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POLITÍCA NACIONAL

Câmara aprova projeto que institui programa de sustentabilidade para química; acompanhe

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (29) o projeto de lei que institui o Programa Especial de Sustentabilidade da Indústria Química (Presiq). A proposta segue para o Senado.

O texto aprovado estabelece uma transição do Regime Especial da Indústria Química (Reiq), que vigorará até 2026. O objetivo é modernizar e tornar mais sustentável o setor a partir de 1º de janeiro de 2027.

Mudanças no texto original
O texto aprovado é a versão do relator, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), para o Projeto de Lei 892/25, do deputado Afonso Motta (PDT-RS). O substitutivo altera a Lei do Bem e a Lei 10.865/04, a fim de ajustar benefícios tributários.

“O setor químico nacional é o sexto do mundo, representa 11% do PIB industrial brasileiro”, disse Zarattini. “Setor central na matriz produtiva brasileira, hoje em dia sofre com a concorrência externa e perde espaço para importados”, afirmou.

Para o autor da proposta original, deputado Afonso Motta, o fortalecimento do setor induzirá efeitos positivos em outras áreas, como saúde e energia. Além disso, as medidas estimularão a transição para uma economia de baixo carbono.

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Modalidades de habilitação
O texto prevê duas formas de habilitação para as empresas. A industrial é voltada a empresas que compram matérias-primas petroquímicas (como eteno e benzeno) para produzir insumos. A habilitação nesta categoria será automática.

Já a modalidade investimento destina-se a centrais petroquímicas que tenham projetos para ampliar a capacidade produtiva ou implementar ações alinhadas ao Presiq, como a descarbonização. Essa modalidade exigirá autorização prévia do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

Créditos
Na modalidade industrial, as empresas poderão receber créditos financeiros de até 5% sobre o valor da compra dos produtos químicos. O texto prevê um limite de gasto público de R$ 4 bilhões anuais entre 2027 e 2029.

Para a modalidade investimento, o crédito financeiro pode chegar a 3% da receita bruta da empresa, limitado ao valor do investimento realizado e aprovado pelo ministério. O limite de gasto previsto é de R$ 1 bilhão por ano (2027-2029).

Os créditos poderão ser compensados com tributos federais ou ressarcidos em dinheiro.

Contrapartidas
Como contrapartida, cada empresa beneficiada deverá investir no mínimo 10% do crédito em pesquisa e desenvolvimento. Alternativamente, poderá investir 8% em pesquisa e desenvolvimento e 2% em programas socioeducativos.

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Mais informações a seguir

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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Distritais destacam Dia do Feirante durante sessão ordinária

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A comemoração do Dia do Feirante, celebrada em 25 de agosto, foi um dos temas abordados pelos deputados distritais, durante a sessão ordinária da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) desta terça-feira (25). Deputados ocuparam a tribuna para defender os feirantes e cobrar melhorias nas feiras da cidade.

A deputada Paula Belmonte (PSDB) disse que a data é importante, pois temos mais de 100 feiras no DF, dos mais variados tipos. Para ela, os feirantes precisam de mais segurança jurídica. A distrital destacou que as feiras são locais com produtos de qualidade e que expressam a cultura brasiliense e de outros estados. Belmonte afirmou ainda que as feiras são “o metro quadrado que mais emprega no DF”.

Já o deputado Chico Vigilante (PT) parabenizou todos os feirantes pela passagem de seu dia e classificou a categoria como uma das mais exploradas no DF, inclusive trabalhando nos finais de semana. “A verdade é que as feiras estão vivendo um momento degradante”, analisou Vigilante. O deputado citou como exemplo a Feira do Guará, que, segundo ele, “está morrendo, com goteiras e sistema de fiação sucateado”. “Qualquer dia pode pegar fogo, como aconteceu com a feira de São Sebastião”, alertou ele.

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O deputado Ricardo Vale (PT) salientou que tem acompanhado de perto a situação dos feirantes, ameaçados de perder seus espaços por causa da realização de licitações. O distrital disse que tem discutido o assunto com o Ministério Público e com a Secretaria de Governo do GDF. Segundo ele, a licitação dos boxes não pode ser somente por critérios econômicos. Ele defendeu que sejam adotados critérios sociais para que os feirantes não percam seus boxes.

Metrô

Na mesma sessão, o deputado Max Maciel (Psol), presidente da Comissão de Mobilidade Urbana, criticou o que chamou de “sucateamento planejado do metrô”. O distrital destacou que as denúncias apresentadas pela Comissão estão se tornando realidade no dia a dia. Segundo ele, ontem, uma pane elétrica paralisou o sistema.

Templos religiosos

O deputado João Cardoso (PL) pediu o apoio dos colegas a emenda de sua autoria ao PLC 91/2026, que permitirá que as edificações destinadas aos templos religiosos possam ultrapassar o limite máximo de altura permitido atualmente. De acordo com Cardoso, a solicitação partiu de vários segmentos religiosos. A emenda permite que os templos adotem o maior limite de altura previsto em cada região administrativa, segundo a definição da Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos).

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Profissionais de saúde

Já a deputada Dayse Amarilio (PSB) ocupou a tribuna para pedir a regulamentação da lei que criou o Programa de Proteção aos Profissionais de Saúde. Ela lamentou o número de ocorrência de casos de violência contra os profissionais e defendeu a definição de um fluxo de atendimento dos episódios.

Informamos que a cobertura realizada pela Agência CLDF, durante o
período eleitoral, estará ajustada à Lei 9.504/1997 e às orientações da Justiça Eleitoral.

Fonte: Câmara Legislativa – DF

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