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Regional de Vila Rica fecha semestre com quase 1.500 procedimentos encaminhados ao Judiciário

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A Delegacia Regional de Vila Rica, que abrange 10 municípios do nordeste mato-grossense, fechou o primeiro semestre do ano com aproximadamente 1.500 procedimentos, entre inquéritos policiais, prisões em flagrantes, entre outros, que foram encaminhados ao Poder Judiciário para que os investigados sejam submetidos às penas previstas em lei.

Com sede no município de Confresa, a Delegacia Regional de Vila Rica inclui os trabalhos de nove delegacias de polícia dos municípios de Vila Rica, Santa Terezinha, Confresa, Santa Cruz do Xingu, São José do Xingu, Porto Alegre do Norte, Canabrava do Norte Alto Boa Vista, Luciara e São Félix do Araguaia.

Entre os meses de janeiro a junho de 2023, Além dos quase 1.500 procedimentos instaurados, foram produzidos mais de 3.044 relatórios de investigação, 5.081 oitivas de pessoas que foram localizadas e intimadas para prestarem esclarecimentos acerca de fatos criminais, resultando na elucidação de diversos crimes em toda a região e expedidas 252 medidas protetivas de urgência em favor de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

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Em relação a ordens judiciais, a Regional totalizou mais de 100 representações policiais por mandados de prisão, busca e apreensão entre outros, e deu cumprimento a mandados de prisão contra 87 pessoas foragidas da justiça.

O delegado regional de Vila Rica/Confresa, Bruno Gomes Borges destacou que as equipes de policiais civis e servidores de todas as Delegacias de Polícia desempenharam um trabalho bastante produtivo, eficiente e satisfatório para toda a sociedade, mesmo diante das dificuldades de pessoal, logística e estrutural.

“As unidades se esforçaram e entregaram um excelente resultado de investigação de Polícia Judiciária. O resultado expressivo só é possível graças ao esforço de todos os delegados, investigadores e escrivães de Polícia integrantes de todas as Delegacias de Polícia”, afirmou o regional.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil realiza seminário de investigação de crimes contra mulheres em razão de gênero

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A Polícia Civil está realizando, nesta quarta e quinta-feira (13 e 14.5), a terceira edição do Seminário de Investigação de Delitos Cometidos Contra Mulheres por Razão de Gênero, no auditório da Secretaria de Planejamento (Seplag).

O encontro visa aprimorar técnicas de investigação e qualificar os policiais civis para atuar em casos com perspectiva de gênero desde o primeiro acolhimento, com o pedido de medidas protetivas.

“O objetivo dessa capacitação é alcançar diversos policiais plantonistas do Estado de Mato Grosso, buscando capacitar a Polícia Civil para oferecer um atendimento adequado, humanizado, para que nossas assistidas, ao entrar nas delegacias, recebam um atendimento padronizado e eficiente”, afirmou a coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, Judá Maali Pinheiro Marcondes.

A secretária de Segurança de Mato Grosso, coronel Susane Tamanho, esteve presente na solenidade de abertura do seminário, e falou sobre a importância da sensibilidade dos servidores que trabalham com a violência contra a mulher.

“Não adianta a gente ter os melhores investimentos, os melhores equipamentos, a melhor tecnologia, se a gente não tiver essa sensibilidade no primeiro atendimento. Vocês são responsáveis por muitas das vezes mudar o curso da vida daquela mulher. A gente sabe que não é somente um problema de segurança, é um problema da sociedade como um todo, mas recai onde? Na segurança. A pessoa, quando se vê em perigo, procura a segurança. Então, nós somos, talvez, a última esperança, a última voz que aquela mulher vai ter para poder ter a sua integridade preservada”, disse a secretária.

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento a Violência de Gênero Contra a Mulher, delegada Mariell Antonini, reforçou que os papéis da Polícia Civil de fazer o primeiro atendimento e de conduzir uma investigação qualificada são muito importantes.

“Hoje se usa muito a Inteligência Artificial, mas o que não pode ser substituído no nosso dia a dia é o atendimento qualificado. Isso o computador não vai poder fazer por nós, nós temos que fazer o atendimento, ter o cuidado com o local de crime, a coleta qualificada de elementos investigativos, tudo isso é providência que depende dos profissionais que atuam nessa pauta do enfrentamento à violência contra a mulher e a Polícia Civil tem esse papel primordial de ser a porta de entrada em que as vítimas comumente recorrem”, afirmou a delegada.

Mariell afirmou que um dos motivos da capacitação ser realizada é para que os policiais compreendam essa necessidade de atender bem e evoluir na investigação. O que foi enfatizado pela delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel.

“Nós estamos aqui reunidos para entender e buscar como melhor investigar, para nós alcançarmos, enfim, a diminuição desses números assustadores que nós temos hoje na nossa sociedade. A missão constitucional da Polícia Judiciária Civil é investigar crimes, nós temos um papel muito importante nesse cenário, e eu confio muito que a investigação bem conduzida começa já no primeiro atendimento, quando nós atendemos a vítima lá no plantão, quando nós tomamos cuidado para preservar os vestígios, quando nós temos esse primeiro olhar desde a entrada da vítima na delegacia, o olhar sensível e investigativo”, declarou a delegada-geral.

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Ao todo, 127 policiais, entre investigadores, escrivães e delegados, das 15 regionais do Estado, participam do seminário, que terá oito palestras e certificação de 12 horas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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