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Polícias Civil e Militar prendem suspeito de feminicídio em Peixoto de Azevedo

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Uma ação rápida e integrada entre as Polícias Civil e Militar resultou, no início da noite desta quinta-feira (9.10), na prisão do principal suspeito do feminicídio de Dalila Rodrigues do Nascimento, 75 anos, ocorrido no bairro Liberdade, em Peixoto de Azevedo.

O crime foi descoberto depois que uma enfermeira de um posto de saúde local acionou a Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira, informando sobre a existência de uma pessoa morta em uma residência na Rua da Paz.

No local, os policiais encontraram a vítima sem vida, despida, com sinais de violência no corpo e uma contusão na cabeça. A equipe da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Guarantã do Norte foi acionada e realizou os trabalhos periciais, encaminhando o corpo ao Instituto Médico Legal para os procedimentos de praxe.

Durante o levantamento inicial, uma testemunha relatou que, na noite anterior, a vítima havia chegado ao local acompanhada de um homem, com quem ingeriu bebida alcoólica antes de entrar no quarto, onde, posteriormente, foi encontrada.

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Com base nas informações coletadas, as forças de segurança intensificaram as buscas e conseguiram localizar o suspeito, de 57 anos, sentado na via pública, no bairro Aeroporto.

Durante a abordagem, ele confessou espontaneamente ter ingerido bebida alcoólica com a vítima durante toda a noite e demonstrou frieza ao comentar o ocorrido. Ele não revelou a ligação dele com a vítima.

O homem foi preso, conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Peixoto de Azevedo e autuado em flagrante por feminicídio. A investigação continua para esclarecer todas as circunstâncias do crime.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil indicia padrasto por estupro de vulnerável e maus-tratos contra crianças em Confresa

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A Polícia Civil concluiu, nesta sexta-feira (22.5), o inquérito policial que apurou crimes de estupro de vulnerável e maus-tratos praticados contra crianças e adolescentes, em Confresa. A investigação foi conduzida pelo Núcleo Especializado de Atendimento à Mulher e Vulneráveis da delegacia do município e resultou no indiciamento de um homem pelos crimes apurados, além da responsabilização da mãe das vítimas por omissão imprópria.

O trabalho investigativo foi concluído em cinco dias, após intensa coleta de elementos probatórios, depoimentos, relatórios técnicos, exames periciais e diligências realizadas pela equipe policial desde o registro da ocorrência, no último sábado (18.5).

As investigações apontaram que uma jovem, atualmente com 19 anos, sofria abusos sexuais cometidos pelo padrasto desde os quatro anos de idade. Conforme apurado, os crimes ocorreram de forma contínua, mediante ameaças, agressões físicas e intimidação.

Além da violência sexual, os policiais identificaram um cenário de graves violações contra os demais filhos da família, incluindo duas crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) não verbal, de 6 e 11 anos.

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Relatórios técnicos, oitivas e exames apontaram que as vítimas viviam em situação severa de negligência, com privação de alimentos, ausência de medicamentos básicos, agressões físicas recorrentes e condições extremas de insalubridade dentro da residência.

Durante as diligências iniciais, a equipe policial também realizou a prisão em flagrante do principal investigado por posse ilegal de arma de fogo e munições. Na ação, foram apreendidas armas de fogo, munições de diversos calibres e armamento mantido em local de fácil acesso dentro da residência, expondo as crianças a risco iminente.

Mesmo após a liberação do investigado em audiência de custódia pelos crimes relacionados às armas, a Polícia Civil deu continuidade às investigações dos crimes de natureza sexual e violência doméstica, concluindo o inquérito policial dentro do prazo de cinco dias.

Com base nas provas reunidas, a autoridade policial indiciou o padrasto pelos crimes de estupro de vulnerável, de forma continuada, e maus-tratos. Já a mãe das vítimas foi indiciada por estupro de vulnerável e maus-tratos na modalidade omissão imprópria, uma vez que as investigações apontaram que ela tinha conhecimento das violências praticadas e deixou de agir para proteger os filhos.

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Para garantir a integridade física e psicológica das vítimas, foram representadas medidas protetivas de urgência, já deferidas pelo Poder Judiciário, proibindo qualquer aproximação dos investigados.

Os autos do inquérito policial foram encaminhados ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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