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Polícia Militar lança operação Lei e Ordem para intensificar policiamento em bairros e centros comerciais

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A Polícia Militar de Mato Grosso lançou, no final da tarde desta terça-feira (18.07), a Operação Lei e Ordem, na Praça Ana Martinha da Silva, no bairro Pedra 90, em Cuiabá. O efetivo da ação compreenderá 1.100 policiais militares, 170 viaturas e apoio de uma aeronave.

Coordenada pelo 1º Comando Regional, a operação será realizada até o dia 23 de julho e reforçará o policiamento ostensivo em bairros, zonas rurais e centros comerciais com o trabalho de abordagens, buscas e checagens e, consequentemente, prisões em busca da garantia da ordem e redução da criminalidade.

Conforme o comandante-adjunto do 1º CR, tenente-coronel Kleber Franklin, as equipes vão atuar em toda região de cobertura que compreende a unidade, sendo os municípios de Cuiabá, Chapada dos Guimarães, Planalto da Serra, Nova Brasilândia, Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço.

Ainda segundo o tenente-coronel, as ações policiais contarão com a fixação de bloqueios e pontos demonstrativos em locais com maiores fluxos de pessoas.

“A intensão é reforçar o combate ao tráfico de drogas, retirar produtos ilícitos de circulação e cumprir mandados de prisão contra suspeitos de roubos e furtos. Vamos intensificar ainda mais nossas ações no combate à criminalidade”, afirmou tenente-coronel Franklin.

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O aposentado Mário Rodrigues, morador do bairro Pedra 90 há 25 anos, parabenizou a Polícia Militar por intensificar o policiamento nas ruas do bairro. “É comum vermos viaturas rondando o nosso bairro, principalmente aqui na praça, e com a operação vamos nos sentir ainda mais seguros”, afirmou.

Estarão empregados na operação os policiais de todos os batalhões e companhias do comando regional, como o Batalhão de Operações Especiais (Bope) e o Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), além de militares do Batalhão de Trânsito, Regimento de Policiamento Montado (Cavalaria) e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

Fonte: PM MT – MT

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POLÍCIA FEDERAL

PF autua clube e empresa de vigilância por irregularidade na segurança de jogo

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Belém/PA. A Polícia Federal autuou, nesta segunda-feira (7/9), clube mandante e a empresa de vigilância contratada para atuar na partida realizada no estádio Mangueirão, em Belém, por inconsistências no plano de segurança apresentado para o evento.

O projeto de segurança para grandes eventos, exigido pelo Estatuto da Segurança Privada, não estava aprovado pela Polícia Federal, após ter sido apresentado de forma incompleta e fora do prazo estabelecido. Além disso, foram identificados vigilantes sem o curso de extensão para atuação em eventos sociais.

Uma equipe da Polícia Federal esteve no estádio antes da partida e realiza fiscalização durante o evento. Caso sejam constatadas outras irregularidades, poderão ser lavradas novas autuações.

As irregularidades encontradas são as mesmas que geraram autuações no domingo, também em jogo de futebol no Mangueirão.

A Polícia Federal é responsável pelo controle e pela fiscalização das empresas e dos profissionais que atuam no setor de segurança privada.

Desde a entrada em vigor do novo Estatuto da Segurança Privada, em setembro de 2024, a Polícia Federal no Pará vem promovendo reuniões, eventos, visitas técnicas e ações de orientação com clubes de futebol, órgãos de segurança e demais envolvidos na realização de grandes eventos.

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Com a entrada em vigor da Instrução Normativa DG/PF nº 340, de 31 de julho de 2026, as irregularidades constatadas durante as fiscalizações passaram a ser objeto de autuação, sujeita às medidas previstas na regulamentação.

Entre as exigências legais está a comunicação à Polícia Federal, com antecedência mínima de 24 horas, dos eventos que contarão com segurança privada, acompanhada de informações sobre os vigilantes empregados e o público estimado. Para eventos sociais com público superior a mil pessoas, também é obrigatória a apresentação de projeto de segurança assinado por gestor de segurança privada, contendo, entre outros itens, análise de risco e plano de contingência.

A presença de profissionais de apoio ou orientadores é permitida, porém esses profissionais não podem exercer atividades exclusivas de vigilantes, como a realização de revista pessoal.

Comunicação Social da PF no Pará
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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