POLÍCIA
Polícia Civil recupera dinheiro subtraído de vítima de fraude por meio eletrônico
POLÍCIA
Mais uma rápida investigação para apurar um estelionato cometido por meio eletrônico, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), da Polícia Civil, resultou na recuperação dos valores subtraídos da vítima.
A ocorrência foi cometida contra uma idosa de 72 anos e moradora da zona rural do município de Nossa Senhora do Livramento (42 km ao sul de Cuiabá).
A filha da vítima compareceu nesta quarta-feira (06.04), na 1ª Delegacia de Polícia de Cuiabá, para informar que sua mãe recebeu uma mensagem via WhatsApp, escrito a palavra “mãe” e pedindo ajuda para pagar um boleto.
Pensando que era um dos filhos, a vítima transferiu para conta bancária indicada pelo golpista, o valor de aproximadamente R$ 2 mil. Passado algumas horas, a vítima recebeu novamente outra mensagem pedindo mais dinheiro, e então depositou outra quantia no valor de R$ 2,5 mil.
Somente depois de fazer os dois pagamentos, a vítima entrou em contato com a filha e percebeu que havia caído em um golpe. A comunicante relatou que os seus pais, ambos idosos, são aposentados e o dinheiro era da poupança do casal para fins familiares.
Diante dos fatos a DRCI foi acionada e imediatamente conseguiu fazer o bloqueio bancários dos valores subtraídos da idosa, através de parceria firmada com o setor antifraudes dos bancos.
As investigações continuam e os autores responderão pelo crime de fraude eletrônica, com pena de reclusão, de 4 a 8 anos, e multa, se a fraude é cometida com a utilização de informações fornecidas pela vítima ou por terceiro induzido a erro por meio de redes sociais, contatos telefônicos ou envio de correio eletrônico fraudulento, ou por qualquer outro meio fraudulento análogo.
POLÍCIA
Polícia Civil localiza corpo de vítima e prende autores de execução em Sorriso
A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.
As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.
Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.
David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.
Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.
Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.
Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.
Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.
Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.
“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.
As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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