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Polícia Civil prende homem que tentou usar carteira de trabalho falsa para abrir conta corrente

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, prendeu, nesta sexta-feira (14.2), um homem que tentava abrir uma conta corrente em uma agência bancária, na Avenida Getúlio Vargas, no Centro da Capital, utilizando uma carteira de trabalho falsa, em nome de outra pessoa.

As diligências iniciaram após a equipe da Delegacia de Estelionato ser acionada por volta das 15 horas, para comparecer ao banco, com a informação de que um homem estava praticando o crime de falsidade ideológica e utilizando documentos falsos na agência.

A equipe de investigadores foi até o local e encontrou o suspeito em frente ao banco. Ao abordá-lo, os policiais encontraram um documento falso com o nome e CPF de uma terceira pessoa, comprovando o crime.

Questionado, confessou o crime e revelou que comprou os dados da vítima pelo WhatsApp pelo valor de R$ 100. A intenção era abrir contas bancárias e realizar empréstimos em nome da vítima, de 58 anos.

Em checagem no sistema, os policiais descobriram o verdadeiro nome do suspeito, sendo também identificado um mandado de prisão em seu nome.

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Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Estelionato, onde após ser interrogado pelo delegado Bruno Palmiro, foi autuado em flagrante pelos crimes de uso de documento falso e falsidade ideológica. O caso continuará sendo investigado pela Polícia Civil.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da Polícia Civil mira membros de facção criminosa que atuam no norte de MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (30.6), em Sinop, a Operação Extensão para cumprir dois mandados de busca e apreensão domiciliar contra investigados por integrarem uma facção criminosa na região norte do Estado.

Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 55 mil nas contas de um dos investigados, medida destinada a impedir a movimentação de valores supostamente vinculados às atividades criminosas.

Os mandados foram decretados pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Sinop, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá, que apuram os crimes de organização criminosa e lavagem de capitais.

O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop. A operação teve como alvo principal L.S.P., conhecido como “Sapateiro”, apontado como integrante da facção criminosa na região norte do Estado.

Influência externa

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As investigações tiveram início em 2024, quando o principal alvo da investigação foi transferido para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Porém, mesmo custodiado, ele continuaria exercendo influência sobre as atividades da facção criminosa.

Segundo as apurações, os alvos das buscas desempenham funções estratégicas para a estrutura criminosa, executando ordens repassadas pela liderança da facção, seja na distribuição fragmentada de valores provenientes das atividades ilícitas, seja na operacionalização das ações necessárias para a manutenção e o fortalecimento do grupo criminoso.

Durante as investigações, também foram identificados indícios de uma estrutura composta por operadores responsáveis pela movimentação financeira, suporte logístico, habilitação de linhas telefônicas, ocultação patrimonial e utilização de terceiros para dificultar o rastreamento dos valores obtidos de forma ilícita.

Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil representou pelas medidas judiciais, que foram deferidas pela Justiça. As buscas têm como objetivo apreender aparelhos celulares, documentos, mídias e outros elementos que contribuam para o avanço das investigações, bem como identificar novos integrantes e fortalecer as provas relacionadas aos crimes investigados.

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Operação Extensão

O nome da operação faz referência à estratégia adotada pela facção criminosa de ampliar a atuação de sua principal liderança por meio de integrantes e pessoas interpostas que, mesmo sem vínculo direto e aparente com o líder preso, executariam suas determinações, permitindo a continuidade das atividades criminosas e estendendo a influência da facção na região.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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