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Polícia Civil intensifica cumprimento de mandados de prisão em Lucas do Rio Verde

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A Delegacia da Polícia Civil de Lucas do Rio Verde lançou nesta semana a Operação Recolhe, que visa o cumprimento contínuo de mandados de prisão em aberto. O objetivo é reforçar a ordem pública, garantir a segurança da população, retirando criminosos de circulação que estejam com ordens de prisão expedidas pela Justiça.

Entre os dias 14 e 16 de agosto, a operação resultou no cumprimento de três mandados de prisão relacionados a crimes como tráfico de drogas, furto, estelionato e infrações à Lei de Licitações. As prisões são fruto de uma investigação minuciosa e do trabalho contínuo das equipes de inteligência e campo da Delegacia de Lucas do Rio Verde.

Segundo o delegado Allan Vitor Sousa, a iniciativa surge da necessidade de intensificar os esforços no cumprimento de mandados de prisão que, por diferentes razões, ainda não haviam sido executados. “Nosso intuito é mostrar que o sistema de justiça funciona e que aqueles que devem à sociedade não ficarão impunes. Esta ação não tem data para acabar e continuará enquanto houver mandados pendentes de cumprimento”, afirmou.

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Além de garantir que os criminosos sejam devidamente levados à Justiça, a operação tem um papel preventivo. “Ao retirar das ruas indivíduos com histórico criminal, a Polícia Civil busca reduzir os índices de criminalidade e proporcionar maior sensação de segurança à comunidade luverdense”, acrescentou o delegado.

As ações estão sendo realizadas em diferentes pontos da cidade, abrangendo áreas urbanas e rurais, e contam com o uso de tecnologia de inteligência policial para localizar os procurados.

Um dos presos é J.L.P., de 66 anos, que responde a ação criminal por furto e estelionato. Ele foi preso no bairro Parque das Emas.

Outro foragido localizado é G.L.B., de 29 anos, que responde a processo pelo crime de tráfico de drogas e foi peso no bairro Jardim Europa.

O terceiro preso foi localizado no Parque das Emas 2. E.C.S., de 46 anos estava com a prisão decretada por crime contra a Lei de Licitações.

As autoridades reforçam que a colaboração da população é essencial para o sucesso da operação. Informações que possam levar à captura de foragidos podem ser repassadas de forma anônima através dos canais de denúncia, como o Disque Denúncia 197 da Polícia Civil.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil realiza seminário de investigação de crimes contra mulheres em razão de gênero

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A Polícia Civil está realizando, nesta quarta e quinta-feira (13 e 14.5), a terceira edição do Seminário de Investigação de Delitos Cometidos Contra Mulheres por Razão de Gênero, no auditório da Secretaria de Planejamento (Seplag).

O encontro visa aprimorar técnicas de investigação e qualificar os policiais civis para atuar em casos com perspectiva de gênero desde o primeiro acolhimento, com o pedido de medidas protetivas.

“O objetivo dessa capacitação é alcançar diversos policiais plantonistas do Estado de Mato Grosso, buscando capacitar a Polícia Civil para oferecer um atendimento adequado, humanizado, para que nossas assistidas, ao entrar nas delegacias, recebam um atendimento padronizado e eficiente”, afirmou a coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, Judá Maali Pinheiro Marcondes.

A secretária de Segurança de Mato Grosso, coronel Susane Tamanho, esteve presente na solenidade de abertura do seminário, e falou sobre a importância da sensibilidade dos servidores que trabalham com a violência contra a mulher.

“Não adianta a gente ter os melhores investimentos, os melhores equipamentos, a melhor tecnologia, se a gente não tiver essa sensibilidade no primeiro atendimento. Vocês são responsáveis por muitas das vezes mudar o curso da vida daquela mulher. A gente sabe que não é somente um problema de segurança, é um problema da sociedade como um todo, mas recai onde? Na segurança. A pessoa, quando se vê em perigo, procura a segurança. Então, nós somos, talvez, a última esperança, a última voz que aquela mulher vai ter para poder ter a sua integridade preservada”, disse a secretária.

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento a Violência de Gênero Contra a Mulher, delegada Mariell Antonini, reforçou que os papéis da Polícia Civil de fazer o primeiro atendimento e de conduzir uma investigação qualificada são muito importantes.

“Hoje se usa muito a Inteligência Artificial, mas o que não pode ser substituído no nosso dia a dia é o atendimento qualificado. Isso o computador não vai poder fazer por nós, nós temos que fazer o atendimento, ter o cuidado com o local de crime, a coleta qualificada de elementos investigativos, tudo isso é providência que depende dos profissionais que atuam nessa pauta do enfrentamento à violência contra a mulher e a Polícia Civil tem esse papel primordial de ser a porta de entrada em que as vítimas comumente recorrem”, afirmou a delegada.

Mariell afirmou que um dos motivos da capacitação ser realizada é para que os policiais compreendam essa necessidade de atender bem e evoluir na investigação. O que foi enfatizado pela delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel.

“Nós estamos aqui reunidos para entender e buscar como melhor investigar, para nós alcançarmos, enfim, a diminuição desses números assustadores que nós temos hoje na nossa sociedade. A missão constitucional da Polícia Judiciária Civil é investigar crimes, nós temos um papel muito importante nesse cenário, e eu confio muito que a investigação bem conduzida começa já no primeiro atendimento, quando nós atendemos a vítima lá no plantão, quando nós tomamos cuidado para preservar os vestígios, quando nós temos esse primeiro olhar desde a entrada da vítima na delegacia, o olhar sensível e investigativo”, declarou a delegada-geral.

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Ao todo, 127 policiais, entre investigadores, escrivães e delegados, das 15 regionais do Estado, participam do seminário, que terá oito palestras e certificação de 12 horas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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