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Polícia Civil deflagra 4ª fase da Operação Eclipse em Água Boa

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A Polícia Civil de​flagrou nesta semana no município de Água Boa, a 4ª fase da Operação Eclipse, ​v​isando desarticular organizações criminosas ​instaladas na região.

Foram cumpridos três mandados de prisão contra integrantes da estrutura criminosa​, e apreendidas porções de entorpecentes e uma arma de fogo.

Os envolvidos também foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.

​Conforme o delegado regional de Água Boa, Valmon Pereira da Silva, as prisões foram em desfavor de indivíduos que ocupavam cargos de relevância estratégica, responsáveis pela logística e funcionamento interno da facção.

“Esse trabalho representa a resposta da Polícia Civil contra membros do crime organizado que, ao longo deste ano de 2025, já foram alvos de prisões e significativa desestruturação financeira em Água Boa”, destacou o delegado.

​Com mais essa fase da Operação Eclipse, a Polícia Civil reforça seu compromisso no enfrentamento à criminalidade organizada, assegurando maior segurança à população e desarticulando continuamente as estruturas delitivas que tentam se consolidar no município de Água Boa.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação Tudo 2 mira facção criminosa que movimentou R$ 2,8 mi em MT e GO

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A Polícia Civil, o Ministério Público de Mato Grosso, a Polícia Militar, a Penal e o sistema socioeducativo, por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Barra do Garças, deflagraram, na manhã desta quinta-feira (07.05), a terceira fase da Operação “Tudo 2”.

A ação tem como objetivo combater uma facção criminosa que movimentou cerca de R$ 2,8 milhões em atividades ilegais nos estados de Mato Grosso e Goiás.

Ao todo, foram expedidas 40 ordens judiciais, sendo 19 mandados de prisão e 21 de busca e apreensão. As medidas são cumpridas simultaneamente em Barra do Garças, Primavera do Leste, Rondonópolis, Novo São Joaquim e Cuiabá, em Mato Grosso, além de Aragarças, em Goiás.

Segundo as investigações, os valores têm origem no tráfico de drogas, na cobrança de taxas internas da organização e em outras atividades ilícitas, como golpes virtuais, apostas em plataformas online e jogos de azar. O dinheiro arrecadado era utilizado para financiar as ações do grupo criminoso.

As investigações tiveram início após a segunda fase da operação, realizada em 24 de abril de 2025. Na ocasião, foram identificados líderes e demais integrantes responsáveis por gerenciar as atividades ilícitas e ocultar os recursos obtidos ilegalmente.

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De acordo com o Gaeco, o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas e organização na arrecadação de valores. Durante as investigações, foi identificado que, em alguns casos, as movimentações financeiras eram realizadas por pessoas que recebiam benefícios sociais. Ao todo, os investigados movimentaram cerca de R$ 2,8 milhões em aproximadamente um ano.

A operação conta com o apoio da Polícia Militar de Mato Grosso, através do 5º Comando Regional, da Polícia Judiciária Civil e Polícia Penal e da Polícia Militar de Goiás por meio do 47ª da PM de Aragarças-GO, que atuam de forma integrada no combate ao crime organizado na região.

O Gaeco é uma força-tarefa formada pelo Ministério Público de Mato Grosso, com a participação das polícias Civil, Militar e Penal, além do sistema socioeducativo.

O Ministério Público de Mato Grosso orienta que denúncias relacionadas à atuação de organizações criminosas podem ser feitas de forma anônima pelos canais 127 (Ouvidoria do MPMT) e 197 (Polícia Judiciária Civil).

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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