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Polícia Civil cumpre mandado de prisão contra pai investigado por estupro de vulnerável

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Um pai suspeito de abusar sexualmente de sua filha, em Alto Garças, foi preso pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (14.11). A ação foi em cumprimento de mandado judicial.

O suspeito, de 37 anos, teve a prisão preventiva decretada pelo crime de estupro de vulnerável. A ordem judicial foi expedida embasada na investigação da Delegacia de Polícia de Alto Garças.

As diligências iniciaram após as duas filhas, menores de idade, procurarem o Conselho Tutelar e denunciarem os abusos praticados pelo próprio pai.

Conforme apurado pelos policiais civis, o homem trabalha na zona rural da cidade de Pedra Preta, e cometia os abusos de forma reiterada contra a filha mais velha.

As duas vítimas foram ouvidas pela delegada de Alto Garças, Michele Castro Reis de Siqueira. Durante entrevista uma delas contou que era abusada pelo seu genitor desde os 13 anos de idade.

A irmã mais nova contou não ter sofrido a violência sexual, mas disse que presenciava os abusos praticados contra a irmã mais velha.

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Diante dos fatos a Polícia Civil representou pelo pedido de prisão preventiva do suspeito, que foi deferido pelo Poder Judiciário em menos de 24 horas.

A equipe deslocou até a fazenda em Pedra Preta e efetuou a prisão do investigado. Em seguida ele foi conduzido para as providências cabíveis e posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Conforme a delegada Michele Castro Reis de Siqueira, a atuação da Polícia Civil em conjunto com o Conselho Tutelar, Ministério Público e Poder Judiciário, deu efetividade a esta ação em proteção das vítimas menores, com a rápida apuração dos fatos e prisão do agressor.

“A Delegacia de Polícia de Alto Garças reafirma seu compromisso com a proteção integral das crianças e adolescentes de nosso município”, destacou a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação Tudo 2 mira facção criminosa que movimentou R$ 2,8 mi em MT e GO

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A Polícia Civil, o Ministério Público de Mato Grosso, a Polícia Militar, a Penal e o sistema socioeducativo, por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Barra do Garças, deflagraram, na manhã desta quinta-feira (07.05), a terceira fase da Operação “Tudo 2”.

A ação tem como objetivo combater uma facção criminosa que movimentou cerca de R$ 2,8 milhões em atividades ilegais nos estados de Mato Grosso e Goiás.

Ao todo, foram expedidas 40 ordens judiciais, sendo 19 mandados de prisão e 21 de busca e apreensão. As medidas são cumpridas simultaneamente em Barra do Garças, Primavera do Leste, Rondonópolis, Novo São Joaquim e Cuiabá, em Mato Grosso, além de Aragarças, em Goiás.

Segundo as investigações, os valores têm origem no tráfico de drogas, na cobrança de taxas internas da organização e em outras atividades ilícitas, como golpes virtuais, apostas em plataformas online e jogos de azar. O dinheiro arrecadado era utilizado para financiar as ações do grupo criminoso.

As investigações tiveram início após a segunda fase da operação, realizada em 24 de abril de 2025. Na ocasião, foram identificados líderes e demais integrantes responsáveis por gerenciar as atividades ilícitas e ocultar os recursos obtidos ilegalmente.

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De acordo com o Gaeco, o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas e organização na arrecadação de valores. Durante as investigações, foi identificado que, em alguns casos, as movimentações financeiras eram realizadas por pessoas que recebiam benefícios sociais. Ao todo, os investigados movimentaram cerca de R$ 2,8 milhões em aproximadamente um ano.

A operação conta com o apoio da Polícia Militar de Mato Grosso, através do 5º Comando Regional, da Polícia Judiciária Civil e Polícia Penal e da Polícia Militar de Goiás por meio do 47ª da PM de Aragarças-GO, que atuam de forma integrada no combate ao crime organizado na região.

O Gaeco é uma força-tarefa formada pelo Ministério Público de Mato Grosso, com a participação das polícias Civil, Militar e Penal, além do sistema socioeducativo.

O Ministério Público de Mato Grosso orienta que denúncias relacionadas à atuação de organizações criminosas podem ser feitas de forma anônima pelos canais 127 (Ouvidoria do MPMT) e 197 (Polícia Judiciária Civil).

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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