POLÍCIA
Polícia Civil cumpre 12 mandados contra investigados por corrupção passiva e advocacia administrativa em Peixoto de Azevedo
POLÍCIA
São cumpridos dois mandados de prisão preventiva, sete de busca e apreensão e três medidas cautelares. Os servidores são investigados pelos crimes de corrupção passiva, associação criminosa, e advocacia administrativa.
As investigações iniciaram após denúncias recebidas no Núcleo de Inteligência da Corregedoria Geral, que apontavam o envolvimento de policiais civis, advogado e garimpeiros da região de Peixoto de Azevedo em situações como a solicitação de vantagens indevidas, advocacia administrativa e ainda o assessoramento de segurança privada pela autoridade policial, caracterizando a formação e uma associação criminosa no município.
Com o aprofundamento das investigações foram identificados os servidores envolvidos no esquema criminoso sendo o mentor e articulador, o titular da Delegacia de Peixoto de Azevedo e um investigador da unidade, aliados a advogado e garimpeiros do município.
Entre os crimes praticados pela associação criminosa foi demonstrado no inquérito que o delegado e o investigador solicitavam o pagamento de vantagens indevidas para liberação de bens apreendidos; exigiam pagamento de “diárias” para hospedagem de presos no alojamento da delegacia e, ainda, pagamentos mensais sob a condição de decidir sobre procedimentos criminais em trâmite na unidade policial.
Todos os esquemas e acertos levam à conclusão de que existia um verdadeiro “gabinete do crime”.
Com a operação, a Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Corregedoria-Geral, demonstra o caráter republicano em garantir a integridade pública da instituição, investigando e responsabilizando seus integrantes, bem como verticalizando as investigações para desarticular a associação criminosa que agia, de forma oculta, na estrutura estatal, trazendo descrédito às ações da Polícia Civil no município.
Diaphthora
O nome da operação é uma referência grega ao termo corrupção, cujo significado está atrelado à ideia de um organismo vivo que entra no corpo humano causando destruição dos órgãos pela ação nefasta dele. Traduzindo para as investigações, são as consequências que a corrupção tem quando praticada por servidores públicos e seus efeitos desastrosos no órgão público, ferindo a integridade pública e princípios institucionais da Polícia Judiciária Civil.
A Corregedoria-Geral ressalta o apoio recebido da Diretoria Geral da Polícia Civil, da Diretoria de Atividades Especiais, por meio da Delegacia Fazendária, Gerência de Combate ao Crime Organizado e Gerência de Operações Especiais; Diretoria do Interior, Diretoria de Inteligência, Poder Judiciário e Ministério Público da Comarca de Peixoto de Azevedo.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Operação da Polícia Civil apura homicídio ocorrido em Mirassol D’Oeste
A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (7.7), a Operação Japuíra, para cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária, expedidos pela 3ª Vara da Comarca de Mirassol d’Oeste.
A operação decorre da investigação que apura o homicídio de um homem, ocorrido em Mirassol d’Oeste, nas proximidades da região do Japuíra.
As diligências conduzidas pela Delegacia de Mirassol d’Oeste apontaram que o crime foi executado por um adolescente já apreendido no curso da investigação, havendo também a identificação de outro menor, que teria prestado apoio logístico à ação criminosa.
No aprofundamento das apurações, a Polícia Civil reuniu elementos indicando a participação de outros investigados maiores de idade, suspeitos de atuar no apoio material à execução, especialmente no fornecimento da arma de fogo e da motocicleta utilizadas no homicídio, bem como no monitoramento prévio da vítima momentos antes do crime.
Imagens de câmeras de segurança e outros elementos probatórios colhidos ao longo da investigação foram fundamentais para a individualização dos alvos.
“As ordens judiciais cumpridas nesta terça-feira (7) têm por objetivo arrecadar novos elementos de prova, apreender objetos de interesse investigativo e assegurar o avanço da persecução penal em relação aos suspeitos apontados como participantes da empreitada criminosa”, afirmou o delegado Gustavo Ataide Fernandes Santos.
A operação contou com o apoio das equipes da Delegacia de Polícia de Araputanga, Delegacia de Polícia de São José dos Quatro Marcos/Rio Branco, 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres e da Agência Local de Inteligência do 17º Batalhão da Polícia Militar de Mato Grosso.
“A investigação também apura a atuação dos envolvidos em contexto de facção criminosa e a possível utilização de adolescentes na prática do delito”, concluiu o delegado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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