POLÍCIA
Jovem condenado pela Justiça é preso pela Polícia Civil em Rondonópolis
POLÍCIA
Um jovem condenado pela Justiça foi preso pela Polícia Civil do município de Rondonópolis, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF).
Ao ser surpreendido pelos policiais civis na noite de quinta-feira (23.5), o procurado, de 26 anos e com sentença condenatória, tentou evitar a prisão fugindo e pulando o muro da casa. No entanto, foi contido pelo cerco policial.
O jovem foi condenado a 80 anos de reclusão por participação em uma tentativa de homicídio ocorrida em junho de 2023.
O crime
O crime, de extrema violência, teve como vítimas cinco pessoas de uma mesma família, incluindo um pai e seu filho, que foram sequestrados e agredidos por membros de uma facção criminosa no bairro Jardim Rui Barbosa, em Rondonópolis.
Segundo as investigações, as vítimas foram levadas a uma residência, onde sofreram agressões com pedaços de madeira, sob coação para fornecer informações sobre o paradeiro de outro indivíduo.
Na ocasião, mesmo negando qualquer conhecimento, os criminosos continuaram a torturar as vítimas. Em seguida, realizaram uma videochamada com detentos e decidiram que as vítimas seriam executadas em uma chácara.
No entanto, mesmo feridos e com as mãos amarradas, pai e filho conseguiram escapar.
Durante a tentativa de fuga e a busca por refúgio em um hotel com a família, o grupo foi alvo de disparos de arma de fogo. Três pessoas foram baleadas e socorridas. Uma mulher e uma criança de um ano, que também estavam no veículo, não ficaram feridas.
Outros envolvidos
A Polícia Civil segue com as buscas para localizar e prender uma mulher, conhecida como “Baratinha”, condenada a mais de 86 anos de reclusão.
Informações sobre seu paradeiro podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 198, 181 ou (66) 98156-0028. O sigilo é garantido.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Condenado por Tragédia do Baldo é preso em ação integrada entre Polícias Civis de MT e RN
Uma investigação conjunta entre a Polícia Civil do Rio Grande do Norte e a Polícia Civil de Mato Grosso resultou na prisão de Aluísio Farias Batista, condenado por um dos episódios mais trágicos da história da cidade de Natal (RN), a Tragédia do Baldo, que resultou na morte de 19 pessoas, durante o Carnaval de 1982.
Aluísio Farias Batista, atualmente de 68 anos de idade, conduzia um ônibus que resultou no atropelamento das vítimas. Natural de Riachuelo (RN), ele tinha 24 anos na época do acidente e estava há mais de 40 anos foragido. Após o fato ganhar repercussão nacional, o condenado deixou o seu estado de origem e veio para Cuiabá, onde usava documento falso, em nome de uma pessoa já falecida.
A prisão ocorreu após contato e troca de informações entre a Polícia Civil do Rio Grande do Norte com a equipe da Gerência Estadual de Polinter e Capturas da Polícia Civil de Mato Grosso, solicitando apoio para localização o condenado.
Investigações e prisão
A partir desse contato, as equipes passaram a atuar de forma integrada para confirmar a identidade e o paradeiro do foragido. Após semanas de levantamentos realizados pelo Núcleo de Inteligência, análises em sistema de reconhecimento facial e diligências realizadas pelo setor operacional da Gerência de Capturas da Polícia Civil de Mato Grosso, foi localizada uma pessoa com características compatíveis com as do procurado.
No entanto, apenas a semelhança física não era suficiente, sendo necessário aprofundar as diligências. O Núcleo de Inteligência contou com o apoio de outros órgãos de segurança pública, entre eles a inteligência da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e as diretorias de Habilitação e de Veículos do Detran-MT, que contribuíram para a confirmação da identidade do investigado.
Paralelamente, equipes realizaram diligências em campo para reunir imagens e outras informações que levassem ao paradeiro do condenado. Na sexta-feira (26), os policiais da Gerência Estadual de Polinter localizaram uma residência no bairro Jardim Presidente I, em Cuiabá, onde Aluísio vivia discretamente e já havia constituído uma nova família.
Após ter o mandado de prisão cumprido, o preso foi encaminhado à Polinter para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.
Tragédia
O acidente aconteceu quando um ônibus atingiu foliões que participavam do tradicional bloco Puxa-Sacos, provocando a morte de 19 vítimas e deixando dezenas de feridos. Entre as vítimas estavam o neto do então senador Dinarte Mariz e cinco sargentos da Polícia Militar. Na ocasião, em razão da gravidade da tragédia, o Governo do Estado decretou luto oficial de três dias.
Segundo o relato de Aluísio, havia intensa movimentação de Carnaval no bairro Alecrim e diversos ônibus estavam à disposição dos foliões. Ele afirmou que já havia encerrado sua jornada de trabalho quando foi solicitado por um superior para substituir outro motorista que não poderia realizar uma viagem.
Ainda conforme sua versão, ao chegar à região conhecida como Baldo, enfrentou uma descida com pouca iluminação e conduzia um ônibus lotado de integrantes de outra escola de samba. Em determinado momento, precisou desviar de um veículo Volkswagen Fusca que estava à sua frente. Ao retornar para sua faixa de rolamento, encontrou outra escola de samba caminhando na via e, segundo ele, não houve tempo nem espaço para evitar o atropelamento.
O episódio ganhou repercussão nacional e foi amplamente divulgado pela imprensa. De acordo com Aluísio, após o caso ser exibido no programa Linha Direta, ele deixou o Rio Grande do Norte e passou a viver em Cuiabá, onde permaneceu por vários anos.
Integração entre os estados
A Gerência Estadual de Polinter e Capturas da Polícia Civil de Mato Grosso mantém contato permanente com as demais Polinters e Delegacias de Capturas do Brasil, compartilhando informações sobre foragidos da Justiça e prestando apoio às investigações interestaduais.
A delegada titular da Polinter de Mato Grosso, Silvia Maria Pauluzzi de Siqueira, destacou a importância da cooperação entre as unidades especializadas de capturas em todo o país.
“A implantação do Núcleo de Inteligência fortaleceu significativamente o trabalho da Gerência de Capturas, proporcionando maior eficiência na pesquisa, análise de dados e apoio às equipes operacionais, o que tem resultado em importantes prisões de foragidos da Justiça”, destacou a delegada.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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