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Estelionatário que atuava em Cuiabá tem prisão cumprida pela Polícia Civil em SP

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Um homem apontado como autor de diversos crimes de estelionato em Cuiabá teve o mandado de prisão cumprido, na sexta-feira (30.06), em uma ação conjunta das Polícias Civis de Mato Grosso e São Paulo, após ser localizado na cidade de Mirassol (SP).

O suspeito, investigado pela Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, estava com o mandado de prisão decretado pela Núcleo de Inquéritos Policiais da Capital e teve a ordem de prisão cumprida pelos policiais da 1ª DIG, DEIC e Deinter 5, da Polícia Civil de São Paulo.

As investigações da Delegacia de Estelionato após o registro de vários boletins de ocorrência contra o suspeito envolvendo compra e venda de veículos em Cuiabá. Com base nas investigações, foi representado pelo mandado de prisão e busca e apreensão contra o investigado, que deixou a cidade de Cuiabá e era considerado foragido.

Foram decretados pela Justiça, mandados de busca e apreensão domiciliar em Cuiabá e no estado do Pará, porém o suspeito não foi localizado em nenhum dos dois endereços. Em continuidade às investigações, foi levantada a informação de que ele havia se mudado para o estado de São Paulo, onde estaria morando na região de São José do Rio Preto (SP).

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Com base nas informações, os policiais da Delegacia de Estelionato trocaram informações com a Polícia Civil de São Paulo, que conseguiu localizar e prender o procurado na cidade de Mirassol (SP). Além da ordem de prisão preventiva, houve pedido de sequestro de bens e bloqueio de contas próximo a R$ 200 mil, valor do prejuízo apurado.

Com a localização e prisão do suspeito, o delegado responsável pelas investigações, Marcelo Torhacs, deve concluir o inquérito policial em 10 dias. “É uma prisão importante, uma vez que o suspeito praticou vários crimes, noticiados por meio de diversos boletins de ocorrência, antes de se mudar para outro estado da Federação, de maneira clandestina”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil deflagra operação e desmantela grupo criminoso ligado a facção em Cuiabá

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quinta-feira (23.4), a Operação Gerente Fantasma para desarticular um grupo criminoso com atuação em diversos crimes na capital mato-grossense.

Equipes da Delegacia Especializada em Repressão a Narcóticos (Denarc) cumprem 27 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande, sendo nove mandados de prisão preventiva, 10 mandados de busca e apreensão domiciliar com caráter itinerante e oito bloqueios de ativos financeiros no montante de R$ 200 mil.

A investigação identificou a existência de um grupo criminoso estruturado, com vínculos com uma facção criminosa e atuação simultânea nos crimes de tráfico de drogas, estelionatos digitais por meio de plataformas de compra e venda online e na lavagem do produto das atividades criminosas.

Um dos aspectos mais reveladores do caso é o papel exercido pelo principal investigado, apontado como líder do grupo, que, mesmo recolhido em unidade prisional, atuava como gestor financeiro do grupo criminoso, coordenando semanalmente a arrecadação e a distribuição dos lucros entre os integrantes do grupo.

Apenas na primeira semana de novembro de 2023, o lucro apurado com os golpes digitais alcançou R$ 105.900. A investigação revelou ainda o comércio de diversas substâncias entorpecentes, incluindo pasta base de cocaína, skunk (conhecido como supermaconha) e cocaína refinada, além do controle territorial sobre pontos de venda em múltiplos bairros de Cuiabá.

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“Para dissimular a origem ilícita dos valores, o grupo criminoso empregava técnicas sofisticadas de ocultação patrimonial, fragmentação de transferências entre múltiplas contas bancárias, utilização de contas de terceiros como pessoas interpostas e uso de empresas registradas em nome de familiares dos principais investigados”, afirmou o delegado Eduardo Ribeiro, responsável pela investigação da Operação Gerente Fantasma.

Foram identificadas movimentações financeiras expressivas em contas de integrantes do grupo. Somente em novembro de 2023, o grupo movimentou mais de R$ 200 mil, valores incompatíveis com qualquer atividade econômica lícita declarada.

As investigações apontaram, ainda, que o grupo criminoso promovia distribuição de cestas básicas à comunidade e organizava eventos esportivos, extraindo lucros adicionais da comercialização de bebidas alcoólicas nos eventos — mecanismos utilizados para construir influência local e dificultar denúncias.

Operação Pharus

A Operação Gerente Fantasma integra a Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

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Renorcrim

A operação também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e do Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência de combate de forma duradoura à criminalidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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