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Workshop busca dar visibilidade e incentivar protagonismo feminino

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MATO GROSSO

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e o coletivo Mulheres nas Ciências Ambientais da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) promovem na próxima sexta-feira (14), no auditório da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), o workshop “O Poder Feminino em Qualquer Idade”. Foram disponibilizadas 150 vagas e o prazo para inscrições termina no dia 12.

O evento, que tem como objetivo dar visibilidade e incentivar o protagonismo feminino em áreas da ciência que ainda carregam o peso do preconceito, contará com palestra e roda de conversa com Ester Morgan, especialista em desenvolvimento de carreiras. Para se inscrever gratuitamente, acesse aqui (https://forms.gle/iJfY3XJRySnofYK88)

“Será uma excelente oportunidade para discutirmos o nosso papel na construção da sustentabilidade. O workshop abordará temas essenciais para o empoderamento feminino, enfatizando a importância da autoconfiança e da inteligência emocional para nos destacarmos profissionalmente”, afirmou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.

Integrante do coletivo Feminino Mulheres nas Ciências Ambientais, Hilma Oliveira destaca que durante o evento será apresentado às mulheres o projeto desenvolvido dentro do programa de pós-graduação em Física Ambiental da UFMT.

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“O coletivo Mulheres nas Ciências Ambientais tem sido essencial para fomentar a participação e a valorização das mulheres nas ciências, com ênfase nas áreas voltadas ao meio ambiente. Historicamente, as ciências exatas e ambientais foram territórios amplamente dominados por homens, o que reforçou um cenário de sub-representação feminina. Contudo, a presença crescente de mulheres nesses campos é uma resposta direta às barreiras que estão sendo superadas ao longo do tempo, e esse coletivo representa um marco nesse avanço”, destacou.

Segundo ela, além da importância acadêmica e científica, o projeto busca inspirar e estimular outras mulheres, sejam elas estudantes ou profissionais, a buscarem seu espaço nas ciências ambientais. “O desafio não é apenas ocupar essas posições, mas também combater estereótipos e preconceitos que, por gerações, diminuíram a capacidade de sonhar e agir das mulheres”, acrescentou.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

Decisão garante acolhimento de crianças e pensão alimentícia

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A pedido do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a Justiça determinou o acolhimento institucional de dois irmãos em situação de vulnerabilidade em Primavera do Leste, além da fixação de alimentos provisórios a serem pagos pelo genitor. A decisão foi proferida pela 1ª Vara Cível do município após atuação da 2ª Promotoria de Justiça Cível.O caso chegou ao Judiciário após acompanhamento realizado pela rede de proteção, que identificou sucessivas situações de risco envolvendo as crianças. Conforme os relatórios encaminhados aos autos, os menores estavam sob os cuidados da avó paterna, pessoa idosa que não reunia condições físicas e cognitivas adequadas para garantir a assistência necessária, enquanto o pai não aderiu aos acompanhamentos psicológico e psicossocial indicados pelos órgãos responsáveis e apresentava participação limitada nos cuidados dos filhos.Diante do agravamento do quadro e do insucesso das medidas extrajudiciais adotadas, o MPMT ingressou com pedido de medida protetiva visando assegurar os direitos fundamentais das crianças. Na ação, o Ministério Público destacou a persistência da situação de vulnerabilidade, as dificuldades de acompanhamento escolar, psicológico e de saúde, além da inexistência, naquele momento, de familiares aptos a assumir a guarda.A Justiça reconheceu a situação de risco decorrente da omissão parental e deferiu a medida protetiva de acolhimento institucional, considerada excepcional e provisória, com o objetivo de garantir a proteção integral dos irmãos até que seja avaliada a possibilidade de reintegração familiar ou outra medida adequada.Além do acolhimento, a decisão fixou alimentos provisórios em favor das crianças no valor correspondente a 60% do salário mínimo vigente, a serem pagos de forma rateada entre os genitores. O magistrado ressaltou que o acolhimento institucional não afasta o dever legal de sustento dos filhos, obrigação inerente ao poder familiar e prevista na legislação brasileira.Para o promotor de Justiça Matheus Pavão de Oliveira, titular da 2ª Promotoria de Justiça Cível de Primavera do Leste, a medida reforça a prioridade absoluta conferida à proteção de crianças e adolescentes. “Quando todas as alternativas de proteção e fortalecimento familiar se mostram insuficientes para cessar uma situação de risco, o acolhimento institucional pode se tornar necessário para garantir a integridade e o desenvolvimento da criança”, destacou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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