UNICRED 30 ANOS
UNICRED MATO GROSSO COMEMORA 30 ANOS COM HOMENAGEM AOS SÓCIOS-FUNDADORES
MATO GROSSO
A história da Unicred Mato Grosso foi revivida durante um jantar de homenagem aos sócios-fundadores, no Gran Odaha Hotel, em Cuiabá. Em fevereiro de 1991, a cooperativa iniciava suas atividades com 41 sócios, número que hoje ultrapassa os 15 mil. Ao completar 30 anos, a instituição comemora a marca histórica de R$ 1 bilhão em ativos totais, após crescimento superior a 40% nos últimos dois anos.
Além dos sócios-fundadores, familiares e ex-presidentes, o evento contou com a presença dos membros do atual Conselho de Administração, presidido por Ronivaldo Lemos; do presidente da Unicred do Brasil e da Central RJ/MT, José Maria de Azevedo; do presidente do Sistema OCB/MT, Onofre Cezário de Souza Filho; de conselheiros, diretores e gerentes de agências da Unicred MT e representantes da Unimed Cuiabá e Conselhos Regionais de Medicina e Odontologia.
Ronivaldo falou da satisfação e orgulho em comemorar os 30 anos da Unicred MT em um evento específico de homenagem aos fundadores, solenidade prevista para acontecer em fevereiro deste ano, adiada devido à pandemia, que segundo ele, trouxe uma série de incertezas com relação ao panorama do mercado econômico e político, e ao cenário sanitário.
“Essas incertezas vieram seguidas de muitas perguntas, mas, uma delas, nós ouvimos muito: a Unicred MT suportará os efeitos da pandemia? Com muito trabalho, dedicação e com a confiança do nosso associado, a cooperativa suportou e cresceu como uma grande instituição financeira que é. Se adaptou, prosperou e respondeu à altura das necessidades dos cooperados”, destacou o presidente da Unicred MT.
Ronivaldo enalteceu os grandes números da cooperativa, que atingiu em setembro mais de R$ 1 bilhão em recursos administrados, carteira de crédito acima de R$ 670 milhões, com projeção de finalizar o ano com R$ 700 milhões.
“Não teríamos chegado até aqui sem que 41 médicos visionários emprestassem seu CPF, seu nome, e colocassem dinheiro do bolso nos primeiros anos acreditando em um sonho. Meu sentimento é de gratidão aos fundadores da nossa cooperativa e que continuam contribuindo até hoje com ela”, concluiu.
O presidente da Unicred do Brasil e da Central RJ/MT, José Maria de Azevedo, parabenizou a ousadia dos fundadores em criar uma cooperativa de crédito. “Eu sei que vocês são sonhadores, visionários, mas são aquilo que a gente precisava, lideranças para nos comandar. Vocês conseguiram transformar o nada, nisto que está aqui hoje, uma cooperativa com 30 anos, mais de 15 mil cooperados e que administra R$ 1 bilhão em ativos totais. Que exemplo, olha a raiz que vocês plantaram”.
O fundador e primeiro presidente da cooperativa, Cyriaco Fortunato, relembrou o primeiro passo dado para iniciar a instituição e disse que os sócios não imaginavam que iria crescer tanto.
Fomos a primeira Unicred do país a ser autorizada pelo Banco Central do Brasil a entrar em funcionamento. O crescimento se deve a todos que acreditaram e construíram a instituição voltada para tratar da saúde financeira dos médicos, possibilitando sair de Cr$ 512 mil cruzeiros, à época, para R$ 1 bilhão de ativos. Acreditamos que seria possível e foi possível”, asseverou.
Também fizeram uso da palavra o vice-presidente da Unicred MT, João Paulo Fortunato, o representante da Unimed Cuiabá, Claudio Poletto Casarotto, e Onofre Cezário de Souza Filho.
A UNICRED MT – A Unicred Mato Grosso faz parte das cinco maiores cooperativas no ranking do Sistema Unicred em nível nacional, num universo de 34. Está presente em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Primavera do Leste, Tangará da Serra, Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Barra do Garças.
MP MT
Réu é condenado a 40 anos de reclusão por feminicídio
O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (a 900 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio de L.S.S. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira. O julgamento ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que elevou as penas para o crime de feminicídio.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, bem como a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram aplicadas as causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo de uso restrito e ao meio cruel utilizado na execução. Na sentença, o juízo negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.Para o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça a um crime marcado pela violência e pela discriminação de gênero. “Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, destacou.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal mantido com a vítima. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, permeado por humilhação e sentimento de posse.As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e se dirigiu armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, submeteu a mulher a uma situação degradante. Segundo a acusação, a vítima foi puxada pelos cabelos, obrigada a se ajoelhar e, em seguida, atingida por dois tiros no rosto.Bruno Barros Pereira ressaltou que as provas apresentadas em plenário demonstraram a violência extrema empregada na execução do crime e o desprezo do condenado pela condição feminina. “Os elementos levados ao julgamento evidenciaram a motivação de gênero e a crueldade da conduta, circunstâncias que foram reconhecidas pelos jurados e refletidas na pena aplicada”, afirmou.Processo 1000481-46.2025.8.11.0079.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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