MATO GROSSO
“Trouxe uma nova realidade, o nosso município reviveu”, declara comerciante de Santa Rita de Trivelato sobre obras na MT-140
MATO GROSSO
Com comércio na região há 18 anos, ele afirmou que as pontes de concreto inauguradas pelo Governo do Estado nessa rodovia, neste sábado (15.06), eram um sonho da população e trouxe desenvolvimento.
“Para nós trouxe uma nova realidade, o nosso município reviveu. O comércio reviveu. Interligar o nosso município a vários outros é uma satisfação enorme”, disse.
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Foto: Antônio Pinheiro/Secom-MT
Ele mencionou que, atualmente, Santa Rita do Trivelato é um dos maiores produtores de grãos de Mato Grosso e, por isso, a importância de ter asfalto de qualidade para transportar a produção.
“Hoje somos o quinto município em produção no Estado de Mato Grosso, então nós temos uma produção muito grande, movimentação de carreta muito grande”, ressaltou.
Foram entregues as pontes sobre o Rio Teles Pires, com 202 metros de extensão, entre Santa Rita do Trivelato e Boa Esperança do Norte; sobre o Ribeirão Piabás, cuja estrutura antiga de madeira tinha desabado, e sobre o Rio Von Den Steinen, sendo que todas na MT-140
Além dessas pontes, o Governo concluiu e inaugurou o asfaltamento de 281,9 km da rodovia.![]()
Foto: Mayke Toscano/Secom-MT
O trecho, recém-asfaltado, vai de Novo Ubiratã a Campo Verde, passando por Boa Esperança do Norte, Santa Rita do Trivelato, Planalto da Serra e Nova Brasilândia.
Os investimentos do Estado nessas obras de infraestrutura são de R$ 393,9 milhões.
Assista abaixo a reportagem da jornalista Angelina Miquelleto:
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato
Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora
A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.
A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.
Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.
Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.
Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.
O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.
Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.
Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.
Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.
Fonte: Política
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