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SES e Ministério Público analisam contratos com hospitais filantrópicos em MT

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) realizou uma reunião, nesta segunda-feira (22.9), para debater a aplicação dos contratos firmados junto aos hospitais filantrópicos em Mato Grosso. A agenda teve o objetivo de analisar a regularidade da execução contratual por parte das unidades.

De acordo com o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, o diálogo com os órgãos de controle é fundamental para dar transparência às ações da SES.

“Para nós, é importante que o Ministério Público esteja a par da legalidade dos contratos e também da execução apresentada pelas unidades filantrópicas contratadas pelo Estado. A SES trabalhou para ampliar a abrangência desses contratos, com o objetivo de facilitar o atendimento à população”, disse o secretário de Estado.

Já o promotor da 7ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela da Saúde Coletiva, Milton Mattos, destacou que o Ministério Público busca analisar a aplicação dos contratos firmados pela SES junto aos hospitais filantrópicos, para verificar se há alguma providência a ser tomada.

“A ideia do Ministério Público é verificar em que pé está o cumprimento desses contratos, o que o Estado tem de proposta de aditivo ou de iniciação de novos serviços e também, relacionado à fila da regulação, como pode ser melhorada a oferta dos serviços”, declarou.

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Também participaram da reunião o secretário adjunto de Atenção e Vigilância à Saúde, Juliano Melo; a secretária adjunta do Complexo Regulador, Fabiana Bardi; a secretária adjunta de Unidades Especializadas, Patrícia Neves; e a servidora Elaine Morita.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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