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Seplag encerra série de treinamentos e capacita mais de 450 servidores públicos estaduais

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) finaliza a série de oficinas voltadas para a eficiência de serviços e da gestão de transportes do Poder Executivo Estadual. O workshop Rumo à Eficiência, iniciativa da Adjunta de Patrimônio e Serviços capacitou pouco mais de 450 servidores públicos estaduais.

O secretário de Planejamento e Gestão de Mato Grosso, Basílio Bezerra, destaca a ação estratégica e integrada que permitiu o alcance satisfatório do público-alvo. “Foram três meses de atuação, formando mais de 20 turmas com integrantes de pelo menos 35 organizações da administração pública estadual”, informa o secretário.

Além dos coordenadores de despesas, participaram profissionais que atuam na finança, contabilidade, logística, no orçamento e administrativo, áreas que são consideradas estratégias para a eficiência e eficácia das operações estaduais.

A secretária adjunta de Patrimônio e Serviços, Karollyne Martimiano, ressalta o intercâmbio de experiências que fortalece a rede de cooperação interinstitucional. “Além disso, os servidores aprenderam mais sobre os sistemas usados para a concessão de adiantamento e gestão de viagens, produtos das coordenadorias de Serviços e de Transporte”, finalizou.

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Os treinamentos foram planejados pela superintendente de Gestão de Serviços, Mariana Fialho, e oferecidos em diferentes locais, encerrando o ciclo de capacitações com os servidores da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat). Todos os participantes foram certificados pela Escola de Governo de Mato Grosso.

A previsão é que esse ciclo de capacitações ocorra pelo menos uma vez por ano, ou sempre que uma organização estadual solicitar voluntariamente o treinamento. Outro cenário de possibilidade é sempre que houver alterações nos sistemas voltados para serviços e transportes do setor público estadual.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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