MATO GROSSO
Sema e PM deflagram operação contra extração ilegal de minério em Juruena
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) deflagrou uma operação contra extração ilegal de minério no município de Colniza. A ação, que ocorreu no dia 26 de maio em conjunto com a Polícia Militar, teve como objetivo verificar in loco alertas de desmatamento e exploração e extração de minério detectados por meio da base de dados da Secretaria, dentro da Unidade de Conservação Parque Estadual Igarapés do Juruena.
A equipe de fiscalização obteve informações pelo Núcleo de Inteligência e Operações Conjuntas da Sema (NIOC) de movimentação de pessoas e maquinário desenvolvendo a atividade de extração ilegal de minérios, sem a autorização do órgão ambiental. Foram observados na área desmates de corte raso e barracas de lona. Os envolvidos na degradação ambiental do Bioma Amazônia foram conduzidos para a delegacia da Polícia Civil de Colniza. As multas ainda serão calculadas pela equipe.
Foram apreendidos e inutilizados no local: um trator de esteira; draga para garimpo; bomba de jatear com mangotes compridos em cima de barcaça feita de madeira sobre quatro tambores; dois motores e caixa de Mercedes, sendo estes motores de seis cilindros sem número de identificação ou série; três rampas de lavagem feitas de madeira com tapetes; e cinco motores estacionários a diesel.
Os equipamentos usados na prática do crime ambiental foram inutilizados tendo em vista o difícil acesso ao local e falta de logística para remoção. A ação possui notificação recomendatória do Ministério Público através de Portaria, que considera a destruição ou inutilização de equipamentos em situações que possam expor o meio ambiente a riscos significativos, comprometer a segurança da população e dos agentes públicos envolvidos.
Destruição de Sementes
Uma carga com 520 sacos de sementes apreendidos em operação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) foi destruída, também esta semana. A ação foi coordenada pelo Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), que realizou a perícia do produto apreendido.
A inutilização da carga foi um desdobramento da operação da Sema e Polícia Militar da Força Tática deflagrada em combate a crime ambiental na Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, em Colniza e Aripuanã, que ocorreu em novembro do ano passado.
Diante de monitoramento da equipe técnica da Sema, foi constatado que uma aeronave realizava o lançamento de semente de capim no interior da reserva. A aeronave não foi flagrada durante a operação, porém um caminhão Mercedes Benz carregado com sementes de capim foi apreendido.
A equipe solicitou ao motorista os documentos de origem e procedência das sementes e foi informado que não tinha nenhum documento e nem nota fiscal do produto. A destruição da carga, que foi apreendida no caminhão, é amparada legalmente pelo Decreto estadual 1.652 de 11/03/2013, que regulamenta a Lei nº 9.415 de 21 de julho de 2010, que trata da fiscalização do comércio de sementes e mudas no Estado de Mato Grosso.
Operação Amazônia
A Operação Amazônia, que integra órgãos estaduais e federais, sob a coordenação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), tem como instrumentos o monitoramento em tempo real por satélite de todo o território de Mato Grosso, fiscalização contínua no local onde é identificado o crime ambiental, embargo de áreas, apreensão e remoção de máquinas flagradas em uso para o crime e a responsabilização de infratores.
Denúncia
Crimes ambientais devem ser denunciados à Ouvidoria Setorial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente pelo número 3613-7398 e 98153-0255 (por telefone ou whatsapp), pelo email [email protected], pelo aplicativo MT Cidadão ou Fale Cidadão da CGE ou em uma das regionais da Sema.
Quem se deparar com um crime ambiental também pode denunciar à Polícia Militar, pelo 190.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Polícia Civil mira grupo investigado por sextorsão contra influenciadora digital em Mato Grosso
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Falso 9, para cumprimento de ordens judiciais contra investigados por extorsão na modalidade conhecida como “sextorsão” praticados contra uma influenciadora digital do interior de Mato Grosso.
Na operação são cumpridas cinco ordens judiciais, dentre eles, um mandado de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de quebra de sigilo telemático. Os mandados são cumpridos nos municípios de Juína e Castanheira.
As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), apontam que os suspeitos utilizavam identidades falsas em aplicativos de mensagens, se passando por um jogador de futebol famoso, para estabelecer contato com a vítima, uma influenciadora digital e modelo do interior do Estado.
Após conquistarem a confiança da vítima, os criminosos obtiveram imagens privadas e passaram a exigir dinheiro, chegando a cobrar R$ 20 mil para não divulgar o conteúdo. Sob intensa pressão psicológica, a vítima chegou a realizar uma transferência via Pix no valor de R$ 4 mil.
Durante as investigações, foi possível identificar o principal responsável pelas extorsões, morador de Juína e outros possíveis envolvidos no município de Castanheira.
Com base nos elementos produzidos durante a investigação, que apontaram a atuação coordenada dos suspeitos na prática do crime de extorsão, o delegado da DRCI, Guilherme Campomar da Rocha, representou pelas ordens judiciais, que foram deferidas pela Justiça. “A operação tem como objetivo reunir novos elementos de prova, interromper a prática criminosa e evitar a revitimização da vítima”, disse o delegado.
As investigações prosseguem para elucidação de todos os fatos e a identificação de outros possíveis vítimas e envolvidos.
Nome da operação
O nome da operação “Falso 9” faz referência ao principal artifício empregado pelos criminosos, que se passavam por um jogador de futebol para criar um vínculo de confiança com a vítima e, posteriormente, praticar a extorsão mediante ameaça de divulgação de imagens íntimas.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, para combate à atuação de grupos criminosos envolvidos em diferentes crimes em todo estado.
Fonte: Governo MT – MT
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