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MATO GROSSO

Selo Amigo da Melhor Idade fortalece Mato Grosso como destino para turistas com mais de 60 anos

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MATO GROSSO

O turismo voltado à população acima de 60 anos ganhou destaque na programação da FIT Pantanal 2026 com o lançamento do Selo Amigo da Melhor Idade no Turismo. Criado em parceria entre a Associação Brasileira dos Clubes da Melhor Idade de Mato Grosso (ABCMI-MT) e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), o selo tem como objetivo reconhecer empreendimentos turísticos que ofereçam acessibilidade, segurança, infraestrutura adequada e atendimento qualificado ao público da terceira idade, um dos segmentos que mais cresce no mercado turístico brasileiro.

O secretário adjunto de Turismo da Sedec, Luís Carlos Nigro, destacou que a iniciativa fortalece o trabalho de qualificação do setor e amplia as oportunidades para que Mato Grosso se consolide como destino preparado para receber turistas de todas as idades.

“Estamos falando de um público que viaja cada vez mais e busca experiências de qualidade. O selo é uma forma de estimular hotéis, agências, atrativos e demais empreendimentos a investirem em acessibilidade, conforto e atendimento especializado, tornando Mato Grosso ainda mais competitivo e inclusivo”, afirmou.

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A presidente da ABCMI-MT, Elvira Maria Costa Leite, destacou que o Brasil vive uma transformação demográfica que tem impacto direto sobre diversos setores da economia, especialmente o turismo. Segundo ela, o crescimento da população acima de 60 anos exige que destinos turísticos, empreendimentos e gestores públicos se preparem para atender um público cada vez mais ativo, exigente e disposto a viajar.

“Estamos diante de uma nova realidade. A população está vivendo mais e viajando mais, o que exige planejamento, acessibilidade, segurança e serviços adequados para atender a melhor idade. Precisamos olhar para esse público com atenção e criar políticas que acompanhem essa transformação, porque o turismo também faz parte da qualidade de vida e do bem-estar das pessoas”, afirmou.

A proposta do selo começou a ser construída em 2021, quando a ABCMI apresentou o projeto à Sedec com a finalidade de incentivar municípios e empreendimentos turísticos a adotarem práticas voltadas à melhor idade. Entre os critérios previstos para a certificação estão acessibilidade, facilidade de locomoção, diversidade de hospedagem e alimentação, segurança, preservação ambiental e valorização dos patrimônios histórico e cultural.

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A programação da ABCMI dentro da FIT Pantanal também contou com palestras sobre turismo sênior e economia da longevidade. Especialistas defenderam a personalização dos serviços turísticos e destacaram que o público 60+ representa uma das principais oportunidades de crescimento para o setor nos próximos anos, impulsionado pelo aumento da expectativa de vida e pela busca por experiências cada vez mais qualificadas.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

Conciliação ambiental busca acelerar resolução de conflitos

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), participa da 9ª edição do Mutirão de Conciliação Ambiental. A ação é realizada no Complexo dos Juizados Especiais da Capital e segue até a próxima quarta-feira (26). O foco é a resolução consensual de conflitos ambientais e a regularização de passivos por meio do diálogo entre as partes envolvidas.Durante a abertura, a procuradora de Justiça, ouvidora-geral do MPMT e procuradora especializada na Defesa Ambiental e da Ordem Urbanística, Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, destacou a importância da cooperação entre as instituições para garantir resultados efetivos. “Este mutirão visa resolver conflitos que poderiam perdurar por muitos anos. Nosso objetivo é alcançar efetividade, resolutividade e satisfação para todos os envolvidos”, afirmou.O coordenador do Compor-MPMT, promotor de Justiça Miguel Slhessarenko, ressaltou o papel do trabalho conjunto na busca por soluções ambientais. “Agradecemos o empenho dos servidores, dos parceiros e das instituições que tornam possível esta iniciativa, contribuindo para agilizar a proteção ambiental e promover a regularização de forma socialmente responsável”, pontuou.A expectativa é que cerca de 150 procedimentos relacionados a autos de infração ambiental sejam analisados ao longo da semana. Os casos foram previamente cadastrados no Processo Judicial Eletrônico (PJe) como Registros Pré-Processuais e serão submetidos a tentativas de conciliação.De acordo com o juiz da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, Emerson Cajango, o mutirão se consolidou como uma referência nacional na área ambiental. “Chegamos à nona edição com a expectativa de superar os resultados do ano passado. É uma iniciativa inovadora que só alcança sucesso graças à integração entre as instituições parceiras”, destacou.Segundo o magistrado, a conciliação tem se mostrado um importante instrumento para solucionar conflitos ambientais complexos. “Aqui conseguimos reunir soluções nas esferas administrativa, cível e criminal, oferecendo segurança jurídica e permitindo que o infrator regularize sua situação e retorne à produção dentro da legalidade”, explicou.A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, enfatizou o caráter transformador da iniciativa, especialmente após a experiência do primeiro mutirão itinerante realizado em Apiacás. “Percebemos como o mutirão pode transformar vidas, levando informação e oportunidades de regularização a pessoas que muitas vezes não tinham esperança de retornar à legalidade”, afirmou.O gestor do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Sebastião de Moraes Júnior, destacou que a construção de soluções depende da atuação integrada das instituições. “A cultura da consensualidade fortalece uma justiça que, além de decidir, cria espaços para o diálogo e para a construção conjunta das soluções”, observou.Representando a Polícia Judiciária Civil, o delegado Marcelo Maidani, da Delegacia Especializada do Meio Ambiente, reforçou a importância dos acordos para a reparação dos danos causados. “Esperamos que os acordos sejam concretizados. O objetivo maior é a reparação do dano ambiental e a prevenção de novos conflitos”, disse.O principal objetivo do mutirão é fomentar a regularização ambiental por meio da celebração de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs), possibilitando a recuperação de áreas degradadas e uma resposta mais célere e eficiente do Poder Público às demandas ambientais.As audiências ocorrem em pauta concentrada, com a participação de conciliadores e mediadores capacitados. Pelo Ministério Público de Mato Grosso, atuam diretamente nas audiências as promotoras de Justiça Alice Cristina de Arruda e Silva Alves e Roberta Câmara Vieira Jacob, além dos promotores de Justiça Miguel Slhessarenko Junior, Bricio Britzke, Adalberto Biazotto Junior, Lysandro Alberto Ledesma, Marcelo Caetano Vacchiano e Arthur Yasuhiro Kenji Sato.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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