MATO GROSSO
Seis pessoas são presas pela Polícia Militar durante operação em Alto Paraguai
MATO GROSSO
Seis pessoas foram presas pela Polícia Militar durante a operação Médio Norte Seguro deflagrada, nesta quinta-feira (26.05), na cidade de Alto Paraguai. Na ação de trabalho ostensivo, foram apreendidas armas de fogo, munições e porções de entorpecentes.
A operação foi desencadeada pelo 14º Comando Regional, por meio da Agência Regional de Inteligência. As equipes policiais realizaram diligências em residências e comércios monitorados e denunciados por diversos crimes, em busca de realizar a prisão de suspeitos e apreensão de materiais ilícitos, no combate à criminalidade no município de Alto Paraguai.
Foram realizadas a apreensão de três armas de fogo, assim como 68 munições de calibres 556, 762, 22 e 38. Além disso, seis porções de substâncias análogas a maconha, balanças de precisão, cadernos de anotações e 23 celulares, também foram apreendidas na ação policial.
Em uma das residências onde ocorreram a busca aos suspeitos, foi localizado um cadáver humano em avançado estado de decomposição, que não pode ser identificado no momento. Equipes da Polícia Judiciária Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) prestaram apoio para as demais providências cabíveis da situação.
A operação Médio Norte Seguro também contou com o reforço policial das unidades especializadas do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Batalhão de Operações Especiais (Bope), Cavalaria e Força Tática do 14º CR.
MP MT
Promotoria recomenda à Câmara avaliação de conduta de vereador
A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande, especializada na Defesa da Probidade Administrativa e do Patrimônio Público, expediu notificação recomendatória à Câmara Municipal para que analise possível repercussão ética e parlamentar envolvendo o vereador licenciado e ex-diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE/VG), Rogério de França Martins.A recomendação foi assinada pela promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello no âmbito do inquérito civil instaurado para apurar a origem, a natureza e as circunstâncias de valores em espécie supostamente recebidos pelo gestor, bem como eventual relação dos fatos com o exercício da função pública e possível prática de ato lesivo ao patrimônio público ou de improbidade administrativa.A investigação teve início após a divulgação de imagens que mostrariam o então diretor-presidente do DAE/VG recebendo quantias em dinheiro e manuseando uma sacola contendo valores em espécie. Segundo a promotoria, o material audiovisual foi juntado aos autos e passou por análise preliminar. Também foram incorporadas ao procedimento informações sobre a existência de investigações relacionadas à autarquia municipal e um áudio que, conforme apurado, teria sido atribuído ao investigado.Na notificação, a promotora de Justiça destaca que, embora enquanto exercia a presidência do DAE/VG, Rogério de França Martins permanecia titular do mandato de vereador, estando apenas licenciado da função legislativa. Por essa razão, a promotoria aponta que os fatos investigados podem ter repercussão no âmbito do decoro parlamentar, matéria de competência da Câmara Municipal.O documento encaminhado ao presidente da Câmara de Várzea Grande, vereador Wanderley Cerqueira, com cópia à Comissão de Ética Parlamentar, recomenda que os elementos reunidos no inquérito civil sejam submetidos ao órgão competente para análise fundamentada sobre eventual violação ao decoro parlamentar e sobre a existência de requisitos para instauração de procedimento ético-disciplinar ou político-administrativo.A promotoria ressalta que a medida não representa antecipação de julgamento sobre a responsabilidade do investigado, mas busca assegurar que o Poder Legislativo exerça sua competência constitucional e regimental para avaliar se os fatos possuem repercussão na dignidade do mandato parlamentar. Conforme a recomendação, cabe à Câmara realizar juízo próprio e fundamentado acerca da necessidade de adoção de providências no âmbito de suas atribuições.O Ministério Público também recomenda que, caso sejam constatados indícios suficientes para atuação da Casa Legislativa, sejam adotadas as medidas institucionais juridicamente cabíveis, observando-se o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa, inclusive em eventual processo político-administrativo.A Câmara Municipal terá prazo de 10 dias para prestar informações ao Ministério Público sobre as providências adotadas. Além da resposta formal, deverão ser encaminhados documentos que comprovem o atendimento à recomendação.De acordo com a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, o encaminhamento dos elementos já reunidos no inquérito civil tem o objetivo de viabilizar a análise institucional da matéria pela Câmara Municipal e prevenir eventual omissão na apreciação de fatos que podem estar relacionados ao exercício do mandato parlamentar.Foto: Câmara Municipal de Várzea Grande
Fonte: Ministério Público MT – MT
-
Rondonópolis5 dias atrásRondonópolis abre novo prazo para regularização dos mototaxistas
-
MATO GROSSO5 dias atrásPrefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato
-
EDUCAÇÃO5 dias atrásPé-de-Meia: parcelas de agosto começam a ser pagas na segunda (24)
-
Turismo5 dias atrásPaisagens Cariocas entre a Montanha e o Mar: a beleza natural e o desenho urbano do Rio de Janeiro reconhecidos pela UNESCO
-
ESPORTES7 dias atrásAtlético-MG empata com Bragantino e avança às quartas da Sul-Americana
-
ESPORTES6 dias atrásCorinthians vence Rosario Central e avança às quartas da Libertadores
-
MATO GROSSO6 dias atrásA conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato
-
POLÍTICA1 dia atrásLei estadual reforça responsabilidade de mães e pais na criação dos filhos




