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Sefaz divulga lista das inscrições homologadas do processo seletivo para analista de TI

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MATO GROSSO

A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz MT) divulgou, nesta terça-feira (02.04), a relação com as inscrições homologadas e não homologadas no processo seletivo simplificado destinado à área de tecnologia da informação. O resultado, publicado no Diário Oficial, pode ser consultado na página dedicada às informações sobre o seletivo.

De acordo com o documento, das 641 inscrições recebidas, 557 foram homologadas pela comissão organizadora. Aqueles que tiveram suas inscrições indeferidas terão até esta quinta-feira (04.04) para apresentar o recurso.

O seletivo da Sefaz é destinado à contratação temporária, com cadastro reserva, de analistas de TI sênior. Com remuneração mensal de R$ 16.946,00, serão selecionadas 39 vagas para seis tipos de perfis, que são: Desenvolvedor de Java; Desenvolvedor Natural/ADABAS; Segurança da Informação; Governança de TI; Ciência de Dados e Product Owner.

Após o período de recurso contra o indeferimento das inscrições, a comissão organizadora passará para a avaliação da próxima etapa, que possui caráter classificatório. Nela, será realizada a análise de títulos e experiência profissional apresentados pelos concorrentes às vagas.

A previsão é de que a classificação e pontuação dos títulos, certificações e experiências profissionais seja publicada no dia 26 de abril. Já o resultado final do seletivo está previsto para ser divulgado no mês de maio.

Para mais detalhes sobre o cronograma, atribuições e critérios de avaliação, os interessados devem consultar o edital no site da Sefaz. Além disso, um formulário eletrônico foi disponibilizado pela comissão organizadora para envio de dúvidas. Acesse ele aqui.

Outra forma de acessar as informações sobre o processo seletivo simplificado da Sefaz é acessando o Sistema Estadual de Seleção de Mato Grosso (Sies-MT) – ferramenta criada pela Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag-MT) que reúne em um só lugar processos seletivos de todos os órgãos estaduais.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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