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Seduc lança 3ª edição da competição do “SuperChef da Educação 2025 – Melhores receitas 2025”

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) publicou o edital da competição gastronômica “SuperChef da Educação – Melhores Receitas 2025”, nesta terça-feira (01.4). O concurso é voltado para técnicos em nutrição escolar da rede estadual de ensino, com premiação de até R$ 9 mil. O evento tem como objetivo valorizar os profissionais da alimentação escolar e incentivar a criatividade no preparo das refeições. Para mais informações acesse o edital AQUI.

As inscrições para o SuperChef são gratuitas e começam no dia 28 de abril e devem ser realizadas por meio do site oficial da competição: http://superchef.seduc.mt.gov.br/Site. Durante o período definido no cronograma, os participantes deverão inscrever-se e cadastrar suas receitas para concorrer na competição.

Podem participar da competição os profissionais que atuam diretamente na alimentação escolar das escolas da rede estadual de ensino. O descumprimento dessa exigência poderá resultar na eliminação do candidato em qualquer fase do concurso. A escola poderá inscrever mais de um participante, desde que as receitas sejam diferentes.

As receitas devem ser preparo com prato salgado, inédito no cardápio da alimentação escolar e que contenha obrigatoriamente uma proteína de origem animal, podendo ser carne bovina, suína, frango ou peixe.

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Todos os participantes aprovados na primeira etapa receberão certificados de participação. Já na semifinal, os três primeiros colocados serão premiados com um valor total de R$ 6 mil. Para as merendeiras que chegarem à etapa final, a premiação será ainda mais atrativa: 1º lugar: R$ 9 mil, 2º lugar: R$ 7 mil e 3º lugar: R$ 5 mil.

O secretário de Educação, Alan Porto, destacou que o intuito da competição é valorizar os merendeiros destacando o talento e a dedicação desses profissionais.

“O SuperChef não é apenas uma competição, mas uma oportunidade de reconhecimento do trabalho essencial dos merendeiros que se dedicam diariamente à alimentação escolar. Eles desempenham um papel fundamental na nutrição dos nossos estudantes, e essa iniciativa busca valorizar sua criatividade e dedicação. Estamos entusiasmados com essa edição e confiantes de que teremos receitas inovadoras e saborosas sendo apresentadas.”

O SuperChef

A “Competição SuperChef da Educação – Melhores Receitas da Rede Estadual de Educação de MT”, é realizada e organizada pela Seduc.

O concurso de receitas tem o objetivo de valorizar a alimentação escolar, que é uma das 30 políticas educacionais que compõem o Plano EducAção 10 anos, que objetiva colocar a Rede Estadual de Ensino entre as mais bem avaliadas no país até 2032.

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Fonte: Governo MT – MT

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CGE e PGE alertam que é vedada a distribuição gratuita de bens em ano eleitoral

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A entrega gratuita de bens, valores ou benefícios à população é proibida durante todo o ano de eleições. A orientação faz parte de cartilha elaborada pela Controladoria-Geral do Estado (CGE) e pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) com o objetivo de orientar agentes públicos do Governo de Mato Grosso sobre as condutas vedadas e permitidas nas eleições gerais de 2026.

A medida busca garantir a igualdade de oportunidades entre candidatos e evitar o uso da máquina pública para influenciar o eleitorado. A legislação é clara ao estabelecer que, em ano eleitoral, a distribuição gratuita de benefícios custeados pelo poder público é vedada independentemente de haver intenção promocional ou caráter eleitoreiro — ou seja, a simples prática do ato já configura irregularidade.

Condutas proibidas

Durante todo o ano de 2026, está proibida a entrega gratuita de bens, valores ou benefícios à população, exceto em situações específicas previstas em lei. Entre as principais vedações destacadas na cartilha estão:

  • Criar ou iniciar, em 2026, o pagamento de novos auxílios financeiros que não existiam ou não foram executados em 2025;
  • Distribuir cestas básicas ou outros benefícios que não tenham previsão legal e execução orçamentária anterior;
  • Entregar kits escolares, materiais de construção, sementes ou equipamentos agrícolas com identificação de candidato, partido ou qualquer elemento de promoção política;
  • Doar equipamentos inservíveis ou mercadorias apreendidas a associações ou pessoas físicas durante o ano eleitoral;
  • Celebrar convênios que prevejam a distribuição direta de bens à população, como premiações em eventos ou festivais;
  • Utilizar recursos públicos para aquisição de itens destinados à distribuição gratuita, mesmo que de baixo valor, como bonés, camisetas ou brindes;
  • Executar programas sociais por meio de entidades vinculadas a candidatos, como organizações mantidas ou associadas a eles, ainda que haja previsão legal.
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O que é permitido

A cartilha também esclarece que há situações em que a distribuição de bens e benefícios é permitida, desde que respeitados critérios legais rigorosos.

Entre as exceções, estão:

  • Distribuição gratuita em casos de calamidade pública ou estado de emergência devidamente reconhecidos, como ocorreu durante a pandemia da Covid-19;
  • Manutenção ou ampliação de programas sociais já existentes, desde que atendam a três requisitos: tenham sido instituídos por lei específica, possuam previsão orçamentária no exercício anterior e já estejam em execução antes do ano eleitoral;
  • Celebração de convênios e repasse de recursos para projetos nas áreas de cultura, esporte e turismo, especialmente quando há contrapartidas das instituições beneficiadas;
  • Doação de bens do Estado a outros entes públicos, desde que realizada até três meses antes do pleito (até 04/07/2026), sendo permitidos atos preparatórios para entrega posterior à população;
  • Doação de bens com encargo a municípios, como equipamentos para educação, desde que vinculados a programas preexistentes e com obrigações formais de uso e manutenção;
  • Transferência de equipamentos, como notebooks, para redes municipais de ensino, desde que caracterizada como doação com encargo e voltada à continuidade de políticas públicas já existentes.
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Atenção às regras

A CGE e a PGE reforçam que o descumprimento das normas pode resultar em responsabilização dos agentes públicos, incluindo sanções administrativas, eleitorais e até judiciais.

A orientação é que gestores e servidores consultem a cartilha sempre que houver dúvida e adotem postura preventiva. Se persistirem dúvidas, formalizar consulta à CGE ou à PGE.

Acesse AQUI a cartilha.

Fonte: Governo MT – MT

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