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Seduc entrega nova escola indígena em formato de colmeia em Juína

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MATO GROSSO

O Governo de Mato Grosso inaugurou, nesta segunda-feira (21.07), a Escola Estadual Indígena Enawenê-Nawê, na aldeia Dolowikwa/Kotakowinakwa, em Juína. Com a presença da primeira-dama, Virginia Mendes, e o secretário de Educação, Alan Porto, a cerimônia foi marcada por ritos culturais e cantos tradicionais.

A nova unidade, que recebeu um investimento de R$ 7 milhões, possui 12 salas de aula, biblioteca, sala dos professores, cozinha, refeitório, banheiros e um espaço amplo com parquinho. O projeto da escola foi elaborado pela equipe de engenharia da Secretaria de Estado de Educação, juntamente com as lideranças indígenas da aldeia para respeitar a cultura do povo Enawenê-Nawê.

A primeira-dama do Estado, Vírginia Mendes, agradeceu a oportunidade de estar na aldeia pela 3ª vez, marcando a história do povo Enawenê-Nawê.

“É uma honra estar aqui entregando essa escola, uma nova estrutura digna para os indígenas. Eu e o governador sempre colocamos a educação em primeiro lugar e não seria diferente para o povo indígena. Essa escola foi construída com recurso 100% do Governo do Estado e no meio da Floresta Amazônica. Está linda e aproveitem. É para vocês”, destacou.

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Em formato de colmeia, a unidade atende atualmente 628 estudantes indígenas Enawenê, entre ensino fundamental, médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA). No total, a escola tem capacidade para mais de 700 alunos nos dois períodos. Para o aprendizado, são 29 professores, sendo apenas um que não é indígena.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, destacou a importância da escola para a aldeia Dolowikwa/Kotakowinakwa.

“Estamos hoje entregando essa escola para o povo Enawenê. Um povo que lutou por essa unidade para mais de 600 estudantes. E a nossa prioridade é entregar uma escola de qualidade e nesse caso, uma escola que não fugisse da originalidade da cultura indígena”, acrescentou.

Para o estudante, Kalaina Enawenê, de 22 anos, a escola é muito importante para o avanço do aprendizado das crianças indígenas. “Estou muito feliz com essa inauguração, eu gostei demais dessa nova estrutura, porque antes a gente pegava sol, chuva, frio. Agora, vai ficar melhor e temos até computadores”, disse.

Também estiveram presentes na cerimônia de entrega da unidade, o vice-prefeito de Juína, irmão Geremias, e lideranças indígenas da aldeia Dolowikwa/Kotakowinakwa.

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Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil apreende armas e mais de 130 munições durante operação em Canarana

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (28.4), a Operação Escudo Invisível, para apurar denúncias de crimes de posse ilegal de arma de fogo e possível crime ambiental no município de Canarana.

Na operação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão em uma propriedade rural, que resultou na apreensão de duas armas de fogo e mais de 130 munições e na prisão em flagrante do investigado pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e munições.

As investigações iniciaram no dia 7 de abril, após o recebimento de denúncia pelos policiais da Delegacia de Canarana sobre armas armazenadas em uma propriedade rural localizada a aproximadamente 25 quilômetros da zona urbana do município.

Com base nas informações apuradas, foi representado pelo mandado de busca e apreensão contra o investigado que foi deferido pela Justiça. No local, os policiais confirmaram a veracidade da denúncia, apreendendo uma carabina calibre 38 e uma espingarda calibre 22, além de 130 munições de diferentes calibres.

Diante das evidências, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Canarana, onde após ser interrogado, foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e munições, sendo arbitrada fiança de três salários-mínimos.

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O investigado possui antecedente pelo mesmo tipo de crime registrado no ano de 2024, na cidade de Cocalinho.

Durante as investigações, a equipe da Polícia Civil também teve acesso a um vídeo em que o investigado aparece exibindo uma cobra da espécie sucuri pendurada em um equipamento agrícola, com o intuito de demonstrar seu tamanho.

A veracidade das imagens e eventual autoria na morte do animal serão apuradas no decorrer das investigações de inquérito policial para apurar crime ambiental contra a fauna.

Fonte: Governo MT – MT

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