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Eleições 2022

Secretários de Saúde exaltam atuação de Gilberto Figueiredo na SES; colocou repasses em dia

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MATO GROSSO

Gestora lembra ainda atuação do ex-secretário no período da pandemia

A gestão de Gilberto Figueiredo (UB) no período em que ele esteve à frente da Secretaria de Estado de Saúde (SES), foi destacada pela secretária municipal de saúde de Paranaíta, Andreia Reis. Em uma carta aberta publicada nas redes sociais, ela ressalta que as dívidas relativas aos repasses do Governo do Estado com os municípios, durante a gestão de Figueiredo, foram, enfim, colocadas em dia. 

A gestora comenta que, anteriormente à gestão de Gilberto, o Executivo mantinha débitos de mais de dez anos com os poderes públicos Municipais. “É o responsável em pagar todas as dívidas de repasse de recurso que o Estado tinha. Pagou em dia aos municípios desde o primeiro mês do mandato de Mauro Mendes”. 

Gilberto Figueiredo esteve à frente da pasta entre janeiro de 2019 e março de 2022. Nesse intervalo de tempo, ele articulou também ações específicas na pasta para auxiliar os municípios no combate à pandemia da Covid-19. Fator que foi lembrado por Andreia Reis. 

“Ele é o responsável por olhar para nossa região, que no início da Covid, não tinha leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). E rapidamente, financiou o pagamento de leitos no particular”, avaliou. O presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (Cosems), Marco Antônio Norberto Filho, também ressaltou a administração do gestor. 

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Para o presidente, que também é secretário de Saúde de Nova Ubiratã, um dos principais pontos de destaque na administração de Gilberto Figueiredo foi o fortalecimento da Escola Pública. “Apoiou a realização de CIB itinerante, um fato histórico para Mato Grosso. Fortaleceu a Escola de Saúde Pública para que retomasse seu papel formador, oferecendo para os municípios e seus profissionais vários cursos nas mais diversas áreas”. 

O candidato, por sua vez, agradeceu o reconhecimento e salientou que o bom desempenho que obteve na SES é consequência do trabalho coletivo. “O desempenho e progresso da saúde no Estado se dá ao trabalho conjunto com as secretarias, que fez com que Mato Grosso tivesse 142 secretários em um alinhamento e sintonia que possibilitou a atuação histórica”. 

Gilberto Figueiredo

Agora candidato a deputado estadual, Gilberto foi secretário estadual de saúde de Mato Grosso entre 2019 e 2022, além de ter sido também vereador por Cuiabá entre 2016 e 2018. Antes disso, ele já havia atuado como secretário municipal de educação em Cuiabá, entre 2013 e 2016, durante a gestão do então prefeito da Capital, Mauro Mendes.

Figueiredo também foi diretor Regional do Senai-MT por 12 anos – entre 2004 e 2016 –, sendo a mais longa direção na história do Estado. Sob seu comando, a instituição também foi eleita a melhor do Brasil, se consagrando campeã do ranking nacional de desempenho do Senai por cinco anos consecutivos.

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Confira a carta na íntegra:

Andreia Fabiana Reis

QUEM É GILBERTO FIGUEIREDO??????

Dedique um minuto e leia…

É o responsável em pagar todas as dívidas de repasse de recurso para a saúde que o Estado tinha com os municípios a mais de 10 anos;

É o ex Secretário de Estado de Saúde que pagou em dia o repasse para saúde aos municípios desde o primeiro mês do mandato de Mauro Mendes;

É o responsável por olhar para nossa região que no início da COVID não tinha 1 leito de UTI, e rapidamente financiou o pagamento de leitos no particular;

É o homem que acreditou em nosso projeto de fazer CIRURGIA para a região e aprovou o repasse de mais de 3 MILHÕES para que Paranaíta pudesse atender os 5 municípios e assim ajudar nosso município a custear o centro cirúrgico do hospital;

Foi ele o responsável em garantir o recurso de 3 MILHÕES para construir a nova sede do PSF do assentamento São Pedro e comprar os equipamentos necessários, estando parte do dinheiro na conta do município;

Poderia seguir aqui com muitas ações, mas ficaria cansativo, na hora de escolher, escolher quem tem serviço prestado!!

Fonte: Eleições 2022

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MATO GROSSO

Sefaz orienta municípios sobre mudanças na arrecadação com novo sistema tributário

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O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Fábio Pimenta, participou, nesta quarta-feira (14.10), do 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Transição e Governança para o Novo Modelo Tributário, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O evento reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores, presidentes de Câmaras e técnicos das áreas de Fazenda e Desenvolvimento Econômico para discutir os impactos da reforma nas finanças municipais.

Ao lado do procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, Pimenta abriu a programação de palestras com o tema “Reforma Tributária: Formas, estrutura e fluxo de arrecadação”. Durante sua fala, o gestor alertou para a necessidade dos municípios se prepararem para as mudanças, especialmente em relação à arrecadação de 2026 que será utilizada como referência para a distribuição de parte das receitas durante o período de transição.

“A receita dos próximos 50 anos começa a ser definida agora. É fundamental que os gestores municipais melhorem sua arrecadação ainda em 2026, pois os valores arrecadados entre 2019 e 2026 servirão de base para amenizar as perdas com a Reforma Tributária”, destacou o secretário.

A preocupação está relacionada à mudança da sistemática de tributação e do modelo de desenvolvimento de Mato Grosso, que se baseia na produção. Com a Reforma Tributária, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS) serão gradualmente substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja receita será destinada aos estados e municípios onde ocorre o consumo.

“Mato Grosso é um estado produtor e, com a mudança da tributação da origem para o destino, terá uma perda estimada, ao final do período de transição, de cerca de R$ 10 bilhões. Os municípios mato-grossenses também serão impactados, pois possuem uma população relativamente pequena diante do volume de produção”, explicou Fábio Pimenta.

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Durante a palestra, também foram apresentados os novos critérios de distribuição da parcela estadual do IBS destinada aos municípios. Pelo novo modelo, 80% desses recursos serão repartidos proporcionalmente à população, 10% conforme indicadores de aprendizagem e equidade na educação, 5% por critérios ambientais e 5% em parcelas iguais.

O procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo defendeu a revisão de pontos da Reforma Tributária que podem prejudicar Mato Grosso, especialmente os critérios de distribuição de recursos aos municípios. Segundo ele, as mudanças poderão agravar as dificuldades financeiras das cidades com população reduzida e maior dependência de transferências estaduais e federais.

“Um dos caminhos seria exatamente fazer essa revisão dos critérios de distribuição do IBS. Mas isso depende do Congresso Nacional, dos deputados federais, dos senadores e de toda uma articulação que deve ser feita”, afirmou Gallo.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, também reforçou a importância de os gestores municipais ampliarem a arrecadação própria e para a situação dos municípios com população reduzida. “Temos municípios com 3 mil, 2 mil, 1 mil habitantes que definitivamente não se sustentam. Eles só sobrevivem por causa dos repasses federais e estaduais. Vamos conversar com os prefeitos para que eles atentem para a arrecadação que vão fazer até o dia 31 de dezembro”, disse.

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Também participaram da abertura o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano e Campos Neto; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Anne Karine Louzich; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo; o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel; o ex-presidente da AMM Leonardo Bortolin; o membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Yendis Costa; a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Natália Nogueira Garnica; e o primeiro vice-presidente da AMM e prefeito de Rondolândia, José Guedes.

Integração com os municípios

Outro ponto destacado durante a apresentação foi o trabalho desenvolvido pela Sefaz em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para preparar as administrações tributárias para o novo modelo. A atuação conjunta ocorre por meio de um Comitê Gestor Regional, que conta com grupos técnicos responsáveis pela integração das administrações tributárias e pela realização de estudos e simulações sobre os impactos da reforma.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios, promover o compartilhamento de informações e apoiar o planejamento das administrações municipais diante das mudanças na arrecadação.

O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios é promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID) do TCE-MT. O evento está sendo realizado na Escola Superior de Contas e segue até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

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