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Seciteci prorroga inscrições para cursos técnicos em todos os polos do Estado

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (Seciteci) prorrogou, até o dia 02 de fevereiro, o prazo para inscrição no processo seletivo para os cursos técnicos ofertados pelas Escolas Técnicas Estaduais de Educação Profissional e Tecnológica de Mato Grosso.

As vagas correspondem aos cursos de Enfermagem e Agropecuária nas Escolas Técnicas de Alta Floresta e Poxoréu; Análises Clínicas e Agropecuária em Barra do Garças; Enfermagem em Diamantino; Comércio Exterior, Logística e Agricultura em Lucas do Rio Verde; Agricultura, Edificações, Eletrotécnica e Agrimensura em Rondonópolis; Agropecuária em Tangará da Serra, e Comércio Exterior e Logística em Sinop, e o curso de Agricultura na unidade remota de Porto dos Gaúchos. Os cursos serão coordenados pelas Escolas Técnicas Estaduais (ETEs) dos respectivos polos.

Os interessados deverão efetuar as inscrições até o próximo dia 02 de fevereiro. O formulário para inscrição e demais informações referentes ao processo seletivo estão disponíveis no Portal Seletivo/SECITECI/MT ou pelo link https://sites.google.com/secitec.mt.gov.br/processoseletivosecitecimt

Os cursos serão ofertados na modalidade presencial, e nos formatos Concomitante, em que o aluno deverá ter 16 anos completos e estar cursando o ensino médio, e no formato subsequente, devendo o aluno ter também 16 anos completos e já ter concluído o ensino médio. Os alunos interessados no curso Técnico em Enfermagem deverão ter 17 anos completos.

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Fonte: GOV MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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