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Proteção da criança e do adolescente é debatida em diálogo com a Rede

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MATO GROSSO

Encerrando as atividades alusivas ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes – 18 de Maio, a 1ª Promotoria de Justiça Cível de Diamantino (a 208km de Cuiabá) promoveu “Diálogos com a Rede”, nesta terça-feira (23), no plenário da Câmara Municipal. O evento visou conscientizar os participantes sobre a importância da Rede de Proteção e mobilizá-los para o enfrentamento à violência infantojuvenil. 

A programação do evento incluiu palestra do procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado, titular da Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente, como o tema “A imprescindibilidade da atuação multidisciplinar e intersetorial para a efetiva proteção da criança e do adolescente”. Na sequência, foi realizada uma roda de conversa sobre a atuação da proteção infantojuvenil na comarca. “Foi um encontro muito proveitoso para trabalhar o fortalecimento da Rede de Proteção”, avaliou.

O evento reuniu cerca de 100 pessoas entre integrantes da Rede de Proteção da Criança e do Adolescente de Diamantino e de Alto Paraguai, o prefeito de Diamantino, Manoel Loureiro Neto, os promotores de Justiça Maria Coeli Pessoa de Lima, Rhyzea Lucia Cavalcanti de Morais e Marcelo Rodrigues Silva, representantes do Poder Judiciário, Polícias Civil e Militar, Conselhos Tutelares, Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente, professores, entre outros.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP MT

Justiça recebe ação do MPMT sobre contratações em Feliz Natal

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A Vara Única da Comarca de Feliz Natal (530 km de Cuiabá) recebeu a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) para apurar supostas irregularidades na política de contratação de pessoal do Município de Feliz Natal e garantir o cumprimento da regra constitucional que exige concurso público para o ingresso no serviço público. A decisão é resultado de ação proposta pela promotora de Justiça Maisa Fidelis Gonçalves Pyrâmides, da Promotoria de Justiça de Feliz Natal. Na ação, a promotoria sustenta que o concurso público com edital de 2024 foi integralmente cancelado pela própria administração municipal após a identificação de irregularidades que comprometeram a lisura do certame. Segundo o procedimento instaurado pelo Ministério Público, mesmo após o cancelamento do concurso e a expedição de recomendação ministerial para realização de um novo concurso público, o município não adotou medidas concretas para recompor seu quadro efetivo de servidores. Um levantamento realizado pelo Ministério Público identificou, em dezembro de 2025, a existência de 602 vínculos de trabalho na administração municipal, sendo 347 servidores efetivos e 255 trabalhadores vinculados por meio de contratos temporários, terceirizações, parcerias com organizações da sociedade civil e outras modalidades não efetivas. Para o MPMT, há indícios de utilização desses vínculos para atender demandas permanentes da administração pública, em possível afronta ao artigo 37 da Constituição Federal. Ao analisar o pedido, o juiz Fernando Akio Maeda determinou que o Município de Feliz Natal seja intimado para, no prazo de 72 horas, manifestar-se apresentando informações atualizadas e esclarecimentos sobre a situação administrativa e as providências eventualmente adotadas para a realização de um novo concurso público. Somente após essa manifestação será analisado o pedido liminar formulado pelo MPMT. Na ação, a promotora de Justiça Maisa Fidelis Gonçalves Pyrâmides requer, entre outras medidas, a elaboração de um plano de regularização do quadro de pessoal, com cronograma para realização de concurso público e substituição gradual dos vínculos precários, além da proibição de ampliação de contratações para funções permanentes, salvo nas hipóteses previstas em lei.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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