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Projeto selecionado em edital da Secel leva oficinas e vivências de capoeira a escolas públicas de Cuiabá

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O projeto “Iêe Viva meu Mestre” estará, nesta sexta-feira (29.8), na Escola Estadual Wanir Delfino César, em Cuiabá, para levar oficinas, vivências e rodas de capoeira aos estudantes. Contemplada no edital Viver Cultura – edição Lei Paulo Gustavo da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), a iniciativa busca apresentar a capoeira a crianças e adolescentes com idade entre 10 e 17 anos.

As atividades, que abrangem roda de conversas, oficinas de capoeira, de maculelê e de samba de roda, tiveram início em abril deste ano e prosseguem até setembro em instituições de ensino de Cuiabá, alcançando mais de 2 mil alunos.

Além da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), as atividades são realizadas em sete escolas da rede pública de ensino estadual e municipal da Educação Básica. Três delas na Zona Rural e outras quatro, em regiões periféricas da cidade.

De acordo com o idealizador do projeto, Rivaldo Xavier da Cruz, o mestre Cyborg, ‘Iêe Viva meu Mestre’ visa a diversidade cultural.

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“A gente divulga a história e fomenta a prática da capoeira, a roda da capoeira, enriquece e fortalece a cultura popular”, destaca Rivaldo. Outros mestres que são referência na capital, também se uniram a ele no projeto.

Rivaldo destaca que o “Iêe Viva meu Mestre” está em curso desde 2010, mas nesta que é a 15ª edição, teve ainda maior alcance por ter sido contemplado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio do edital da Secel.

“Esse incentivo traz a oportunidade não só para a Capoeira, mas para todos os diversos segmentos culturais contemplados, pois podemos mostrar à sociedade o trabalho que viemos realizando ao longo dos anos com muita dedicação a nossa cultura e a nossa arte”.

Lançado no dia 5 de abril, no Ginásio Poliesportivo Dom Aquino, o projeto contou ainda com Roda de Capoeira no Mercado do Porto, no dia seguinte.

As escolas alcançadas pelo projeto até o momento foram: a EMEB Adelina Pereira Ventura, a EMEBC Nossa Senhora da Penha de França e EMEBC Profª Hilda Caetano de Oliveira Leite e as escolas estaduais José de Mesquita, Alina do Nascimento Tocantins.

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Neste ciclo final, o projeto visita as escolas estaduais Padre Wanir Delfino César e Dr. Estevão Alves Corrêa.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

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“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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