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Projeto leva cinema em formato de planetário itinerante a escolas públicas de 11 municípios em Mato Grosso

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O projeto “MT Imersivo: Fronteiras” levará um cinema em formato de planetário itinerante a 40 escolas públicas de 11 municípios de Mato Grosso a partir desta terça-feira (11.2). Com início em Nobres (a 122 km de Cuiabá), a iniciativa busca promover sessões imersivas com foco em ciência, astronomia e entretenimento educativo.

Contemplado no edital Cinemotion de Apoio a Espaços de Exibição, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) com recursos da Lei Paulo Gustavo, o projeto prossegue até abril e deve atingir mais de 24 mil estudantes no Estado.

A cúpula hemisférica itinerante tem capacidade para até 30 pessoas por sessão, possui acessibilidade para indivíduos com mobilidade reduzida e dispõe de equipe com treinamento atitudinal. Com duração de 20 minutos, os filmes lúdicos e educativos incluem ainda recursos como Libras e audiodescrição.

Educadores também serão preparados previamente, com acesso aos conteúdos dos filmes, para integrar as temáticas ao ensino em sala de aula. Além disso, o projeto oferecerá oficinas práticas de Stop Motion, em que os estudantes aprendem a produzir filmes de um a dois minutos, propiciando uma vivência prática em produção audiovisual. Os filmes produzidos também serão exibidos na cúpula imersiva.

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Alguns dos municípios pelos quais o projeto passará foram selecionados com base em critérios de densidade populacional e PIB reduzido, priorizando áreas com menor acesso a conteúdos audiovisuais de alta qualidade.

De acordo com o idealizador do projeto, Umberto Magalhães, o MT Imersivo é uma evolução de ações anteriores realizadas pela mesma equipe, que já alcançou mais de 10 mil pessoas desde 2016.

“O projeto busca despertar o interesse por ciência e arte, fomentar o pensamento crítico e promover a inclusão cultural, deixando um legado educativo em regiões que raramente recebem iniciativas deste tipo”, explica.

A programação acontecerá em escolas e centros culturais, com apoio das prefeituras municipais e ampla divulgação em mídias locais.

“Com o uso de tecnologia de ponta e oficinas criativas, o MT Imersivo promete criar memórias marcantes, aproximando jovens de novas formas de conhecimento e incentivando a descoberta da ciência e da arte como ferramentas de transformação”, finaliza Umberto.

Confira a programação completa do MT Imersivo: Fronteiras:

Nobres: 11 a 14 de fevereiro
Diamantino: 17 a 20 de fevereiro
Tangará da Serra: 25 a 27 de fevereiro
Barra do Bugres: 11 a 14 de março
Porto Esperidião: 17 a 19 de março
Lambari: 21, 24 e 25 de março
Rio Branco: 27, 28 e 31 de março
Salto do Céu: 2 a 4 de abril
Mirassol do Oeste: 7 a 10 de abril
Araputanga: 14 a 17 de abril
São José dos Quatro Marcos: 22 a 25 de abril

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Mais informações podem ser acompanhadas na rede social oficial do projeto (@infinitteplanetario) ou no site www.infinitte.com.br.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

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“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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