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Exponápolis 2022

Primeira Exponápolis terá shows com artistas nacionais. E de graça!

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MATO GROSSO

Começa na próxima quinta-feira (14.07) a 1º exposição a tão esperada “Exponápolis 2022”, promovida pela prefeitura de Arenápolis (230 km de Cuiabá). A festa terá rodeio, parque de diversões, shows com artistas nacionais e muitas outras atrações. E o que é melhor, entrada gratuita todos os dias.

Para o prefeito Eder Marquis esse é um presente para a população, conseguido com o apoio do ex-senador Cidinho Santos que, com apoio do governo de Mato Grosso garantiu recursos para o evento. “Será sem dúvidas, uma grande festa que vai marcar nossa cidade. preparamos tudo com muito carinho e temos certeza de que nossa população vai aprovar”, disse Marquis.

A festa começa com a dupla Diego e Arnaldo, do sucesso “relógio parado”, que tem mais de 100 mil visualizações no YouTube. Os artistas têm pouco tempo de trajetória, apenas 3 anos, mas com o talento e carisma tem conquistado o Brasil assim garantindo uma carreira promissora.
No dia seguinte será a vez de Naiara Azevedo, cantora e compositora de grandes sucessos, como a “50 reais” que no seu lançamento disparou na lista de músicas mais tocadas nas rádios brasileiras. A cantora tem uma linda trajetória ganhando espaço no meio musical com suas composições, que fortalecem o ponto de vista da mulherada deste Brasil.

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No terceiro dia, mais duas duplas sertanejas: Lucas Reis e Thácio, Felipe e Ferrari. Lucas Reis e Thácio tem um estilo que mescla o sertanejo raiz com o sertanejo universitário, e têm feito muito sucesso pelo Brasil afora. Já Felipe e Ferrari, ficaram conhecidos com a música “A carta de Larissa”, além de vários outros sucessos.

E, fechando com chave de ouro, no quarto e ultimo dia teremos o Bonde do Forró. Uma das referências do forró eletrônico. Atualmente conta com a vocalista e musa do Instagram Juliana Bonde.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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