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Prefeituras recebem kits para padronizar guias de turismo

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MATO GROSSO

Doze prefeituras de Mato Grosso vão receber 214 kits da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), por meio da Adjunta de Turismo, contendo perneiras e camisas de manga longa com proteção UV, para identificação e padronização dos guias de turismo.

A Sedec começou as entregas dos equipamentos de proteção individual (EPIs) em abril e três municípios já foram contemplados: Chapada dos Guimarães, Poconé e Nobres. Ainda devem receber os equipamentos as prefeituras de Barra do Garças, Jaciara, Nova Xavantina, Paranaíta, Poxoréu, Santa Terezinha, Sinop, Tesouro e Vila Bela da Santíssima Trindade.

A secretária adjunta de Turismo, Maria Letícia Costa, explica que os materiais contribuem diretamente para a estruturação e o aprimoramento do atendimento aos visitantes, além de reforçarem a segurança da atividade.

“Quando investimos na qualificação e estruturação do destino, estamos fortalecendo o turismo local e promovendo o desenvolvimento sustentável da região. Essa entrega é importante porque melhora a segurança na atividade e promove a padronização”, afirmou.

A secretária municipal de Turismo, Indústria e Comércio de Nobres, Bruna Fava, comemorou o recebimento dos kits e destacou que a iniciativa atende à demanda dos guias de turismo que atuam diretamente nos atrativos.

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“A EPI, a perneira, vai ajudar a proteger os guias e condutores. Além disso, transmite uma boa imagem de hospitalidade, confiança e credibilidade. É um avanço trabalhar com uma camisa apropriada e com o aval do Estado”, completou.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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