CUIABÁ
Search
Close this search box.

ASFALTO NOVO

Prefeito de Sinop inaugura nesta quinta-feira pavimentação do bairro Jardim Umuarama

Publicado em

MATO GROSSO

O prefeito Roberto Dorner e o secretário municipal de Obras e Serviços Urbanos Lúcio Silva inauguram, na próxima quinta-feira (03), às 8 horas, a pavimentação asfáltica do bairro Jardim Umuarama. O asfalto novo era esperado há anos pela população. 

O investimento é de R$ 2.977.535,73, englobando área superior a 24,5 mil metros quadrados. “É mais uma importante obra que finalizamos e agora é realidade para os moradores, trazendo mais qualidade de vida e melhores condições”, disse o prefeito Roberto Dorner. 

Essa será mais uma obra de pavimentação inaugurada por Dorner. Somente este ano, já foram inaugurados os asfaltos dos bairros Recanto dos Pássaros, Jardim do Ouro, Residenciais Boa Vista, Brasília e Santa Mônica, Rua Santo Antônio e Estrada Brígida. 

Além destas, outras estão em andamento, com o maior pacote de obras do município, o Sinop Mais Transformação, a exemplo das Estradas Nanci, Ângela, Sivana, dentre outras. Dorner ainda levantou e realizou manutenção em mais de 10 estradas rurais, com o Programa Arranca Safra.

Fonte: Prefeitura de Sinop

Leia Também:  Copa 2022 - Judiciário funciona em horário alterado na segunda-feira (05)
Propaganda

MP MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

Publicados

em

O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

Leia Também:  Curso de formação: juíza fala sobre o combate ao crime organizado para novos magistrados

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA