MATO GROSSO
Polícias Civis de MT e MG cumprem 20 mandados contra núcleo de grupo suspeito de golpes pela internet
MATO GROSSO
A Polícia Civil de Mato Grosso cumpre, na manhã desta quarta-feira (25.2), 20 ordens judiciais no âmbito da Operação Couraça, deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais, contra um grupo criminoso envolvido em golpes pela internet.
Em Mato Grosso, policiais da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá atuam no cumprimento de 10 mandados de prisão preventiva e 10 de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.
As investigações, conduzidas pela Polícia Civil de Minas Gerais, indicam que o grupo criminoso teria movimentado aproximadamente R$ 9 milhões com a prática de diversos tipos de golpes pelo país.
Um dos núcleos do grupo criminoso está instalado em Cuiabá e Várzea Grande. Os membros desse núcleo são investigados por aplicar o golpe conhecido como falso intermediador de vendas de veículos em vítimas moradoras de Minas Gerais.
Os suspeitos atuavam na clonagem de anúncios reais de venda de veículos na internet, passando a se apresentar como intermediários das negociações. Com isso, os golpistas conseguiam ludibriar simultaneamente vendedores e compradores, direcionando os pagamentos para contas bancárias indicadas pelo grupo.
As ordens judiciais têm como foco a desarticulação do grupo criminoso envolvido em crimes de estelionato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Outros estados
Além das ordens judiciais em Mato Grosso, são cumpridos, na operação, outros 15 mandados de busca e apreensão e prisão preventiva nos estados de São Paulo, Paraná, Paraíba, Piauí e Mato Grosso do Sul, todos referentes à operação.
As ordens judiciais nos estados mencionados são decorrentes de investigações sobre a prática do crime de estelionato em outras modalidades, que não a venda de veículos na internet.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado
Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.
O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.
Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.
Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.
Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.
Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.
A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.
Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.
Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.
Fonte: Governo MT – MT
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