MATO GROSSO
Polícia Penal apreende materiais artesanais e droga na Cadeia Pública de Primavera do Leste
MATO GROSSO
A Polícia Penal realizou uma operação de revista nas celas da Cadeia Pública de Primavera do Leste (a 239 km de Cuiabá), nesta terça-feira (08.10), o que resultou na apreensão de diversos materiais ilícitos.
Durante a inspeção, os policiais encontraram resistência por parte dos detentos, que tentaram impedir o acesso às celas. Foi necessário o uso de disparos com munição antimotim. Após apoio de reforços, a revista foi concluída.
A força-tarefa resultou na apreensão de armas e cordas artesanais, cachimbos, bebidas alcoólicas (choca), dois celulares smartphones, um celular analógico, dois carregadores e 12 porções de maconha.
A Polícia Penal encaminhou os materiais apreendidos à Polícia Civil para as providências necessárias. A participação e responsabilização dos reeducandos também será apurada por meio de um procedimento interno.
Fonte: Governo MT – MT
MP MT
Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio
O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.
Fonte: Ministério Público MT – MT
-
ESPORTES6 dias atrásGrêmio busca empate no fim contra o Fluminense e evita derrota em casa
-
POLÍTICA6 dias atrásEscola do Legislativo abre matrículas para cursos gratuitos do segundo semestre
-
Sinop6 dias atrásVacinação itinerante supera 2,3 mil doses aplicadas em julho e reforça acesso da população aos imunizantes em Sinop
-
POLÍCIA FEDERAL6 dias atrásFICCO/PE cumpre dois mandados de prisão definitiva
-
SAÚDE7 dias atrásCampanha do Ministério da Saúde orienta sobre riscos das apostas online e atendimento em saúde mental no SUS
-
MP MT6 dias atrásSemear e Colher
-
Rondonópolis6 dias atrásRondonópolis abre processo seletivo para contratação de professores para rede municipal
-
ESPORTES6 dias atrásCorinthians busca empate com o Bahia na Fonte Nova e se complica no Brasileirão




