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Polícia Militar prende dois homens com 443 porções de cocaína em Tangará da Serra

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Policiais militares da Força Tática do 7º Comando Regional prenderam dois homens, de 20 e 34 anos, por tráfico ilícito de drogas, em Tangará da Serra. Os suspeitos foram detidos em duas ocorrências na noite desta segunda-feira (15.6). Nas ações, foram apreendidas 443 porções de cocaína.

Na primeira ocorrência, a equipe da Força Tática atendeu às informações repassadas pelo setor de inteligência de que um homem estava vendendo drogas em frente à sua residência. Os policiais se deslocaram até o endereço e encontraram o suspeito em uma casa.

Durante a abordagem e a revista pessoal, foram localizadas 14 porções de cocaína e materiais utilizados no tráfico. Para a PM, ele confessou a venda das drogas e que estava com mais entorpecentes, que já estavam prontos para venda. Em seguida, ele recebeu voz de prisão e foi conduzido à delegacia.

Algumas horas depois, a Força Tática recebeu denúncias sobre um segundo suspeito vendendo drogas na modalidade delivery, em um HB20 cinza, que também era utilizado para transporte de passageiros por aplicativo, com o objetivo de despistar a atividade de tráfico de drogas.

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Os policiais iniciaram diligências e encontraram o carro conduzido por um homem com as mesmas características informadas e realizaram a abordagem. Com o suspeito, foram localizadas algumas porções de cocaína e quantia em dinheiro.

Questionado pela PM, o suspeito afirmou, inicialmente, ser apenas usuário de drogas, mas depois confessou que fazia a venda dos entorpecentes e levou a equipe até sua residência, onde o restante da droga foi encontrado, totalizando mais de 400 porções de cocaína.

Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado para o Cisc de Tangará da Serra para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

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CGE aplica multa a consórcio por registros fictícios de atendimento no Ganha Tempo

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A Controladoria-Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) aplicou multa administrativa de R$ 489.615,75 ao consórcio Rio Verde por irregularidades na execução do contrato de gestão das unidades do Ganha Tempo. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (16.6).

A penalidade decorre de processo administrativo de responsabilização instaurado em 2021 com base na Lei Anticorrupção (Lei Federal nº 12.846/2013), para a apuração de fraudes relacionadas à emissão de senhas de atendimento sem a efetiva prestação dos serviços entre os anos de 2019 e 2020.

A multa aplicada foi calculada com base em 20% do faturamento bruto do consórcio no ano de instauração do processo, somado ao valor da vantagem indevidamente auferida. O montante será atualizado monetariamente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desde dezembro de 2019 até a data do efetivo pagamento.

Além da multa, a decisão determina que a empresa publique o extrato da condenação em sua sede física ou em seu site institucional e estabelece a proibição de contratar com a Administração Pública enquanto perdurarem os motivos da punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a CGE-MT.

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Senhas fictícias

Pelo modelo contratual adotado (Contrato nº 62/2017), a concessionária era remunerada conforme a quantidade de atendimentos realizados. Dessa forma, a inserção de registros fictícios gerava cobranças indevidas ao Estado e aumentava artificialmente a remuneração da empresa.

As irregularidades chegaram ao conhecimento do Governo de Mato Grosso por denúncias encaminhadas à Ouvidoria do Estado. Os fatos foram apurados em auditorias realizadas pela CGE-MT e em estudos técnicos da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), gestora do contrato de parceria público-privada (PPP).

As investigações apontaram o registro de atendimentos fictícios mediante a inserção de CPFs inválidos ou inexistentes nos sistemas informatizados, com o objetivo de simular atendimentos e elevar indevidamente os valores pagos à concessionária. Também foram identificadas práticas que dificultavam as atividades de fiscalização, comprometendo a confiabilidade e a rastreabilidade dos registros utilizados para o controle contratual.

O contrato com a concessionária foi anulado em abril de 2021 após decisão judicial no âmbito da Operação “Tempo é Dinheiro”. Desde então, a Seplag passou a executar a gestão das unidades do Ganha Tempo em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Cáceres, Sinop e Barra do Garças.

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Confira aqui o extrato da decisão.

Fonte: Governo MT – MT

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