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Polícia Militar e PRF prendem homem com dez tabletes de cocaína em Paranatinga

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MATO GROSSO

Trabalho integrado entre a Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na apreensão de dez tabletes de pasta base de cocaína, no final da noite desta quarta-feira (17.05), em Paranatinga. Na ação, um homem de 24 anos foi preso em flagrante por tráfico ilícito de drogas.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes policiais receberam denúncias anônimas sobre um veículo Fiat Toro cor branco que estaria cometendo atividades ilícitas pela cidade de Paranatinga. Segundo as informações, o carro estaria transportando entorpecentes.

Em seguida, as equipes iniciaram diligências e encontraram o veículo transitando pela região central do município, onde foi realizada abordagem. Em busca ao condutor pessoal, nada de ilícito foi encontrado, porém, ele entrou em contradições quando os policiais questionaram sobre o que estaria fazendo com o veículo.

Na sequência, os agentes iniciaram revista pelo veículo e encontraram uma caixa térmica metálica que aparentava estar com o fundo falso. Os policiais realizaram abertura na estrutura do objeto e encontraram os dez tabletes de drogas escondidos dentro do material.

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Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado para a Delegacia de Paranatinga para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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