CUIABÁ
Search
Close this search box.

MATO GROSSO

Polícia Militar prende homem que agrediu companheira com uma cadeira em Jaciara

Publicado em

MATO GROSSO

Policiais militares do 28º Batalhão prenderam um homem por lesão corporal motivada por violência doméstica, na noite deste domingo (10.11), em Jaciara. O suspeito, de 50 anos, foi preso em flagrante depois de agredir sua companheira com uma cadeira durante uma discussão.

Por volta de 22h, a equipe do 28º BPM foi acionada para comparecer no bairro Planalto para verificar uma situação de violência entre um casal. No local, os militares entraram em contato com a vítima, de 49 anos, que apresentava um grande corte na cabeça.

Para os policiais, a mulher afirmou que é companheira do suspeito há cerca de três anos e que, durante o domingo, estavam em uma cachoeira consumindo bebidas alcoólicas.

A vítima disse que, ao retornarem para a casa, o homem iniciou uma discussão verbal, pegou uma cadeira da casa e jogou em sua direção, atingindo sua cabeça.

A equipe policial entrou no imóvel e localizou o suspeito, que recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido para a delegacia da cidade para registro da ocorrência.

Leia Também:  Secel abre credenciamento para processo eleitoral do Conselho Estadual do Desporto

Os militares também socorreram a vítima, que foi encaminhada para o hospital municipal e recebeu os atendimentos médicos necessários.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MP MT

Procuradora destaca proteção às mulheres indígenas em oficina

Publicados

em

A coordenadora do Centro de Apoio Operacional (CAO) sobre Estudos de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e Gênero Feminino, procuradora de Justiça Elisamara Sigles Vodonós Portela, participou nesta terça-feira (8) da Oficina de Formação das Conselheiras da FEPOIMT Mulher, realizada dentro da programação de formação continuada promovida pela Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT).
Durante o encontro, a procuradora de Justiça do MPMT abordou o tema “Políticas Públicas para Mulheres” e apresentou a proposta de parceria institucional para a segunda etapa da formação.
A iniciativa reúne representantes indígenas de diferentes regiões do estado com o objetivo de fortalecer a atuação das conselheiras em seus territórios, ampliando o conhecimento sobre direitos, acesso à Justiça, enfrentamento à violência e participação nos espaços de decisão. A FEPOIMT possui abrangência em sete regionais, representando mais de 46 povos indígenas e cerca de 86 terras indígenas em Mato Grosso.
Ao abrir sua palestra, a procuradora destacou a importância da construção coletiva de uma rede de proteção efetiva para as mulheres indígenas. “Quando falamos em rede, podemos imaginar uma rede tecida por muitos fios. Um fio sozinho pode se romper. Mas, quando vários fios se encontram e se fortalecem, eles conseguem acolher, sustentar e proteger”, afirmou.
Durante a exposição, a procuradora reforçou que a Lei Maria da Penha protege todas as mulheres, incluindo integralmente as mulheres indígenas, e ressaltou que o respeito às tradições e à diversidade cultural não pode ser utilizado para justificar qualquer forma de violência.
“A cultura merece respeito. Os povos indígenas têm o direito de preservar seus modos de vida, suas línguas, suas tradições e suas formas próprias de organização. Mas nenhuma tradição pode ser utilizada para justificar agressões, ameaças, estupros, humilhações, controle, perseguições ou qualquer outra forma de violência contra a mulher”, enfatizou.
A representante do Ministério Público também explicou que o atendimento às mulheres indígenas deve considerar suas especificidades culturais, linguísticas e territoriais, garantindo acolhimento adequado e acesso efetivo aos serviços públicos de proteção.
Segundo Elisamara Sigles, o fortalecimento da rede passa pela atuação integrada de instituições públicas e organizações indígenas. “A rede de proteção não deve chegar à comunidade para falar pela mulher indígena. Ela deve chegar para escutá-la, compreender sua realidade e caminhar ao seu lado”, destacou.
A oficina integra a proposta da FEPOIMT Mulher de criar um processo permanente de formação das conselheiras indígenas, inspirado na experiência de formação de defensores de territórios e adaptado à realidade das mulheres indígenas mato-grossenses. Entre os temas discutidos estão direitos dos povos indígenas, defesa dos territórios, acesso à Justiça, identificação e encaminhamento de violações de direitos, enfrentamento às violências e fortalecimento das organizações indígenas.

Leia Também:  Inscrições para vestibular 2025/1 da Unemat são prorrogadas até 4 de novembro

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA