CUIABÁ
Search
Close this search box.

MATO GROSSO

Polícia Civil prende idoso por maus-tratos a animais com resultado morte

Publicado em

MATO GROSSO

Um idoso, suspeito de maus-tratos a animais com resultado morte, foi preso pela Polícia Civil, em Cuiabá, durante diligências da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), nesta quinta-feira (14.11).

Morador do bairro Pascoal Ramos, o idoso foi detido durante averiguação de uma denúncia recebida pela Dema, contento imagens de dois cães de pequeno porte que ficavam amarrados por cordas em uma árvore.

Diante dos fatos, os policiais civis foram até o endereço, acompanhados de uma médica veterinária, onde o proprietário foi identificado. Ele informou que havia ganhado dois cães há poucos dias e os deixou amarrados para não fugirem da casa.

O idoso relatou que saiu para trabalhar e, ao retornar, encontrou os dois animais mortos, enforcados com a corda. Em seguida, ele jogou os corpos no fundo da propriedade, em uma área de mata.

Os cães foram localizados com escoriações no pescoço – o que evidenciou a morte por enforcamento. Na pata traseira direita e na região do peitoral, havia vestígios de ataques por outros animais, uma vez que haviam porcos de porte grande no local.

Leia Também:  Sema firma parceria com Instituto PCI para ampliar captação de recursos ao Programa Todos Pelo Araguaia

Diante dos fatos, o idoso foi encaminhado até a Dema para esclarecimentos, ouvido e autuado em flagrante pelo crime contra a fauna de maus-tratos a animais silvestres, domésticos ou domesticados com resultado morte.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MP MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

Publicados

em

O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

Leia Também:  Governo de MT publica edital de licitação para revitalização da lagoa de Barra do Bugres

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA