MATO GROSSO
Polícia Civil cumpre prisão de homem investigado por tentativa de feminicídio
MATO GROSSO
Um homem investigado por tentativa de feminicídio foi preso pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande, na tarde de quinta-feira (30.10).
O foragido, de 46 anos, estava com o mandado de prisão preventiva decretado pelo juízo da Comarca de Várzea Grande, pelo crime praticado no âmbito da violência doméstica.
Conforme investigação da Polícia Civil, no dia 18 de outubro, após uma discussão de casal, o suspeito golpeou a companheira com uma faca diversas vezes.
Na ocasião, a mulher foi socorrida com vida pela Samu e encaminhada para atendimento médico. Já o autor das agressões e reincidente no crime, foragiu.
Diante da gravidade dos fatos e em razão do suspeito responder outros procedimentos na DEDMCI de Várzea Grande, a delegada Paula Gomes Araujo, representou pela prisão preventiva, deferida pela Justiça.
O mandado de prisão por tentativa de feminicídio foi cumprido na tarde de quinta-feira (30), após o procurado se apresentar na Central de Ocorrências do Cristo Rei, em Várzea Grande.
Ao ser ouvido o investigado ficou em silêncio, sendo em seguida apresentando para audiência de custódia ficando à disposição do Poder Judiciário.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato
Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora
A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.
A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.
Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.
Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.
Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.
O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.
Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.
Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.
Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.
Fonte: Política
-
OAB MT5 dias atrásEm audiência da Justiça Eleitoral, Gisela Cardoso destaca atuação da OAB-MT para garantir processo democrático
-
SAÚDE7 dias atrásBrasil registra 57% de amamentação exclusiva entre bebês de até seis meses acompanhados na Atenção Primária de Saúde do SUS
-
ESPORTES2 dias atrásAtlético-MG empata com Bragantino e avança às quartas da Sul-Americana
-
POLÍTICA4 dias atrásComissão de Indústria, Comércio e Turismo aprova seis projetos em reunião nesta terça-feira
-
SAÚDE5 dias atrásMinha História Sem Filtro: Ministério da Saúde convida população a contar sua história sobre os desafios de parar de fumar
-
POLÍCIA FEDERAL7 dias atrásFICCO/GO, CCPI/PF e Polícia Civil de Rio Verde: operação conjunta resulta na prisão de foragido condenado por homicídio no Paraguai
-
SAÚDE6 dias atrásSeminário Brasil Saudável reúne organizações e sociedade civil para discutir caminhos para a eliminação de doenças determinadas socialmente
-
SAÚDE7 dias atrásEm Grajaú (SP), Padilha acompanha vacinação contra o sarampo e visita hospital de referência em traumato-ortopedia




