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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre mandado de prisão de padrasto que estuprou enteada de 11 anos em Sinop

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MATO GROSSO

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso de Sinop, cumpriu nesta segunda-feira (19.08), o mandado de prisão preventiva de um homem investigado por estupro de vulnerável praticado contra a enteada de 11 anos.

As investigações iniciaram no dia 1º de agosto, após a mãe da vítima procurar a Delegacia da Mulher e registrar um boletim de ocorrência contra o companheiro, com quem convivia há três anos junto a dois filhos de outro relacionamento.

No dia dos fatos, quando chegou em casa, a mãe foi procurada pela filha que contou que o padrasto havia “mexido” com ela, ocasião em que ele levou a vítima para o quarto e pediu para ela tirar a roupa, e em seguida sentiu muita dor.

Após as informações passadas pela mãe, a vítima foi ouvida por uma psicóloga da Delegacia da Mulher e por meio da escuta especializada e foi possível confirmar a situação do abuso sofrido. A criança passou por exame de corpo de delito que atestou a prática de conjunção carnal condizente com o relato da vítima.

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Interrogado, o suspeito negou a prática do crime e ainda tentou alegar que a vítima era quem colocava as mãos dele nas partes íntimas dela.

Após ter a ordem de prisão cumprida, o suspeito foi encaminhado para a Central de Flagrantes e posteriormente conduzido para a Penitenciária Doutor Osvaldo Florentino Leite, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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