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Patrulha Maria da Penha reforça ações de combate à violência doméstica e ao assédio sexual durante o Carnaval

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A Polícia Militar de Mato Grosso intensificou as ações da Patrulha Maria da Penha (PMP) durante a Operação Carnaval 2026, reforçando o trabalho preventivo e de conscientização no combate à violência doméstica e ao assédio sexual até a próxima quarta-feira (18.2), no Estado.

A iniciativa integra o planejamento estratégico durante o período festivo, quando há aumento do fluxo de pessoas em eventos públicos e privados. Além do policiamento ostensivo, as equipes da Patrulha Maria da Penha atuarão com ações educativas, orientações ao público e fiscalização do cumprimento de medidas protetivas.

Durante o Carnaval, policiais militares realizarão visitas solidárias, abordagens preventivas e distribuição de material informativo, alertando sobre a importância da denúncia e do respeito às mulheres.

“A Patrulha Maria da Penha vai atuar com ações de orientação com estandes, entregar informativos e adesivos com a mensagem ‘Não é Não!’ para que as mulheres possam curtir o Carnaval com respeito. Essas ações serão realizadas em todos os municípios com unidades da PMP. Na Baixada Cuiabana, será realizada a instalação de pontos em Cuiabá, Santo Antônio do Leverger e Chapada dos Guimarães”, destacou a capitã da Polícia Militar e gerente da Patrulha Maria da Penha em Mato Grosso, Denyse Valadão.

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A Operação Carnaval 2026 foi deflagrada em todo o Estado até a próxima quarta-feira (18.2). A ação integra o programa Tolerância Zero contra as Facções Criminosas, criado pelo Governo do Estado.

Além do efetivo policial dos batalhões de área, equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran), Policiamento Montado (Cavalaria) e Proteção Ambiental (BPMPA) reforçarão os efetivos de rua, bem como as companhias de Força Tática e Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio).

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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