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MATO GROSSO

Organização criminosa determinou ‘salve’ contra casal que denunciou pontos de vendas de drogas em Várzea Grande

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MATO GROSSO

A conduta violenta e criminosa envolvendo pessoas do círculo de Paulo Witer Farias Paelo, o WT, foi destacada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Civil, durante as investigações no âmbito da Operação Apito Final. 

Ao analisar as informações do celular de Fagner Farias Paelo, irmão de WT, a Polícia Civil encontrou imagens e troca de mensagens relativas à prática conhecida como “salve”, isto é, castigos da facção criminosa a qual os irmãos Paelo fazem parte. 

Entre as mensagens de Fagner, foi encontrada a foto da mulher marcada um X e com as iniciais da facção. Também foi localizado um vídeo da vítima sendo agredida fisicamente. 

De acordo com as investigações, a atuação violenta e os decretos de morte àqueles que delatam as atividades criminosas também são tratados em um grupo de mensagens denominado Amigos da Bola, que conta com a participação de Paulo Witer e seu irmão, Fagner.

Entre as mensagens, um suspeito que se identificou como “João”, ocupante da função de “disciplina” do Bairro Cohab Primavera, em Várzea Grande, informou ao “Conselho Final” da facção sobre um casal que estaria denunciando os pontos de vendas de drogas do bairro. 

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O criminoso afirmou que a organização perdeu diversos produtos e que vários membros foram presos em razão das denúncias. Ao final, pediu que os membros do Conselho “decretassem” o casal para que um castigo pudesse ser aplicado. 
 

A conduta violenta da organização e dos associados de Paulo Witer foi frisa, também, pela juíza Helícia Vitti Lourenço, do Núcleo de Inquéritos Policiais da Capital, ao acatar pedido da Polícia Civil e expedir as ordens de prisão da Operação Apito Final. 

“Não há como desconsiderar que a medida cautelar extrema demonstra-se necessária, também, para resguardar a  vida e a integridade física de testemunhas que desejarem colaborar com as investigações e com a Justiça, sendo, portanto, imprescindível por  conveniência da instrução criminal que todos aqueles identificados como membros integrantes desta organização, voltada à lavagem de dinheiro e pratica de outros crimes, tenham suas liberdades temporariamente restringidas, para que sejam imediatamente retirados do convívio social ao menos até que seja desmantelada essa estrutura criminosa”, apontou. 

Na Operação Apito Final, deflagrada no dia 2 de abril para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de bens criado por integrantes de uma organização criminosa, em Cuiabá, foram deferidas 54 ordens judiciais, que resultaram na prisão de 20 alvos, entre eles o líder do grupo, identificado como tesoureiro da facção, Paulo Witer. As investigações foram conduzidas pelos delegados Gustavo Belão, Rafael Scatolon e Frederico Murta, ao longo de dois anos. Apenas no período apurado, a movimentação do grupo criminoso alcançou, pelo menos, R$ 65,9 milhões.

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Fonte: Governo MT – MT

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OAB MT

OAB-MT se reúne com o Tribunal Regional do Trabalho para tratar do projeto Equaliza

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Foto da Notícia: OAB-MT se reúne com o Tribunal Regional do Trabalho para tratar do projeto Equaliza

imgA Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) e o Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (TRT-23) se reuniram, nesta quinta-feira (08), para tratar do Projeto Equaliza, que prevê a equalização de cargas, metas e força de trabalho do Tribunal. Projeto que é uma determinação do Tribunal Superior do Trabalho, e que precisa ser implantado por todos os TRTs.

“Tivemos esse primeiro contato com a proposta, ouvimos algumas informações e vamos aguardar o envio de uma minuta pelo TRT. Daremos retorno para o Tribunal com sugestões e solicitações que possam beneficiar todos aqueles que atuam na Justiça do Trabalho e todos os jurisdicionados”, afirmou presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso.
Para o desembargador Aguimar Peixoto, presidente do TRT da 23ª Região, o diálogo é importante e necessário para que o projeto chegue a melhor proposta possível. A desembargadora Eleonora Lacerda, vice-presidente e corregedora do TRT-23, lembrou que o foco do projeto é o público interno, o objetivo é equalizar a força de trabalho entre magistrados e entre servidores. Mas, acaba afetando a advocacia e, assim, a OAB precisa ser ouvida.
imgNa avaliação da presidente da Comissão de Direito do Trabalho, Roberta Borges, as mudanças são inevitáveis e é necessário buscar a melhor forma de se adaptar às novas realidades.
“A preocupação é garantir que tudo seja feito de forma positiva para o jurisdicionado e para a advocacia”, pontuou a presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso.
A reunião contou ainda com a participação da conselheira federal da OAB-MT, Fernanda Brandão, do presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 23ª Região (Amatra), juiz Ulisses Taveira, além de juízas auxiliares da presidência e da corregedoria do TRT-MT.
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Judite Rosa
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Celular/WhatsApp: 65-99610.7865
Instagram @oabmatogrosso

Fonte: OAB – MT

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