MATO GROSSO
Operação prende motorista por embriaguez e fiscaliza 62 veículos em Cuiabá
MATO GROSSO
A 3ª edição da Operação Lei Seca, realizada na noite desta quinta-feira (20.01), resultou na prisão de um motorista flagrado dirigindo embriagado, na realização de 62 testes de alcoolemia e na fiscalização de 62 veículos.
A ação ocorreu na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), no bairro Jardim Aclimação, em Cuiabá. No entanto, precisou ser suspensa logo nas primeiras horas devido ao forte temporal que atingiu a região.
Dos 62 testes de alcoolemia realizados, em sete deles os condutores foram flagrados dirigindo sob efeito de álcool, sendo autuados pela prática e quatro se recusaram a fazer o teste.
Os agentes da segurança pública identificaram ainda outros quatro motoristas que não possuíam Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e 15 conduziam veículo sem registro ou não licenciado.
Nesta operação, foram registrados 37 Autos de Infração de Trânsito (AITs). Já outros quatro motoristas assinaram o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por não serem habilitados.
Ao todo, 62 veículos foram fiscalizados, dentre eles, 23 foram removidos, sendo 18 carros e cinco motocicletas e outros 28 autuados. Os agentes recolheram ainda dez documentos CNHs.
A Operação Lei Seca é uma ação integrada, coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI-Sesp) e nesta edição contou com a participação do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário da Polícia Militar de Mato Grosso, da Delegacia de Delitos de Trânsito (Deletran), da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC-MT), do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT), do Serviço de Operações Penitenciárias Especializadas (SOE) e a Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob).
MP MT
Júri do caso Zampieri encerra segundo dia com interrogatórios
O segundo dia de julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi encerrado na noite desta quarta-feira (30), após cerca de dez horas de sessão no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Os trabalhos foram marcados pelos interrogatórios dos réus e pela análise de pedidos apresentados pela defesa.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do MPMT. A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.Durante o interrogatório, Antônio Gomes da Silva confirmou ter recebido uma fotografia de Roberto Zampieri quando ainda estava em Belo Horizonte (MG). Em outro momento, questionado sobre o sentimento após o homicídio, respondeu que foi o de “missão cumprida”.Antônio ainda evitou, em depoimento, comentar sobre eventual participação do Coronel Caçadini e confirmou o envolvimento de Hedilerson.O segundo interrogatório foi o de Hedilerson Fialho Martins Barbosa, que negou participação no homicídio, apesar de reconhecer que a arma utilizada por Antônio era sua. Já o terceiro a ser interrogado foi Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas – coronel Caçadini. Ele confirmou que conheceu Antônio Gomes da Silva em setembro de 2023, quando o contratou para realizar uma reforma em seu escritório.Caçadini ainda relatou manter relação próxima com o empresário Aníbal Manoel Laurindo, apontado nas investigações como um dos mandantes do crime. Conforme afirmou, os dois mantinham conversas frequentes.A defesa de Antônio Gomes da Silva requereu a suspensão do julgamento, com o desmembramento do processo em relação ao acusado e sua submissão a incidente de insanidade mental. Alternativamente, pediu que os jurados fossem chamados a deliberar, em quesitos específicos, sobre eventual inimputabilidade ou semi-imputabilidade do réu. Os promotores de Justiça manifestaram-se contra os pedidos, que foram indeferidos pelo José Mauro Nagib Jorge.O julgamento será retomado na quinta-feira (1º), quando terão início os debates entre acusação e defesa perante o Conselho de Sentença, etapa que antecede a deliberação dos jurados e a definição do veredicto.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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