CUIABÁ
Search
Close this search box.

MATO GROSSO

Governador anuncia data de inauguração do Hospital Central; confira

Publicado em

MATO GROSSO

O governador Mauro Mendes confirmou para o dia 19 de dezembro a data de inauguração do Hospital Central do Estado de Mato Grosso, localizado no Centro Político Administrativo, em Cuiabá.

O anúncio foi feito na tarde desta sexta-feira (07/11), junto do secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

A unidade, que ficou 34 anos com as obras paradas, já está com a estrutura 100% pronta e na fase final de testamento e montagem dos equipamentos.

A gestão será realizada pelo Hospital Albert Einstein, que é a melhor unidade de saúde do Brasil e a 22ª melhor do mundo.

“Seguramente será o melhor hospital de Mato Grosso, melhor do que todos os privados. E vai estar disponível para atender gratuitamente à nossa população. Essa será, sem dúvida alguma, uma das grandes entregas na saúde pública de Mato Grosso e quiçá do Brasil”, registrou.

De acordo com o secretário Gilberto Figueiredo, após a inauguração o hospital será aberto a visitas guiadas para a população e representantes de diversos poderes e setores.

Em seguida, haverá a desinfecção e, já em janeiro de 2026, o Hospital Central estará pronto para iniciar as atividades.

Leia Também:  Operação Repugno cumpre 30 mandados judiciais contra alvos investigados por tráfico de drogas e tortura

“O hospital vai entrar em operação no dia 19 de janeiro, com tudo pronto para ofertar todas as especialidades. Será um hospital de média e alta complexidade de alto padrão, fazendo jus ao que a população de Mato Grosso tanto esperou por cerca de 40 anos”, pontuou.

O hospital

O Hospital Central ficou 34 anos com as obras paradas, mas teve a construção retomada pelo Governo do Estado na atual gestão.

A estrutura foi ampliada em 23 mil m² e totaliza 32 mil m² de área construída para atender demandas de alta complexidade.

A unidade vai contar com 287 leitos, sendo 60 de Unidades de Terapia Intensiva (UTI), 36 de Unidades de Cuidados Intermediários (UCI) e 191 de enfermaria. O local foi estruturado para realizar uma média de 32 mil consultas médicas, 80 mil exames e 6.500 cirurgias por ano.

Inicialmente, estão previstas para o hospital as especialidades de cirurgia geral, cirurgia do aparelho digestivo, cirurgia vascular, urologia, cirurgia pediátrica, ginecologia, mastologia, cirurgia plástica, neurocirurgia, cirurgia cardiovascular, ortopedia pediátrica, cardiologia, neurologia e pediatria. Todas as especialidades cirúrgicas atenderão um escopo diversificado, incluindo cirurgia oncológica.

Leia Também:  Suspeitos de furtar pneus e atear fogo em rodovia são autuados por associação criminosa e homicídio tentado

Além disso, o hospital contará com cirurgia robótica com foco em cinco especialidades – cirurgia geral, aparelho digestivo, ginecologia, urologia e cirurgia pediátrica. Há também a perspectiva de inclusão de novas especialidades, como transplantes de rim e fígado.

A unidade será equipada com infraestrutura moderna e tecnológica para diagnóstico e tratamento de diferentes condições de saúde.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MP MT

Carta de Cuiabá: em defesa do Tribunal do Júri

Publicados

em

Documento encaminhado às vésperas de audiência pública da ADI 7958 defende que homicídios praticados por facções criminosas continuem submetidos ao julgamento popularÀs vésperas da audiência pública que será realizada nos dias 24 e 25 de agosto, no âmbito da ADI 7958, o Promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, Coordenador do CAO-JÚRI do Ministério Público de Mato Grosso e Presidente da Confraria do Júri, encaminhou aos ministros do Supremo Tribunal Federal a “Carta de Cuiabá/MT, em defesa do Tribunal do Júri”.O documento questiona dispositivo da Lei nº 15.358/2026, conhecida como Lei Antifacção, que retira do Júri o julgamento de determinados homicídios, tentados ou consumados, praticados no contexto de organizações criminosas ultraviolentas.A Carta parte de uma premissa clara: o enfrentamento às facções deve ser rigoroso, mas não pode ocorrer à custa da Constituição. Para Novais, se o art. 5º, XXXVIII, assegura ao Tribunal do Júri a competência para julgar os crimes dolosos contra a vida, a legislação ordinária não pode criar exceção baseada na identidade do autor ou no contexto criminoso em que o homicídio foi praticado.Além do argumento constitucional, o texto apresenta uma preocupação democrática. O Júri é apontado como espaço singular de participação direta da sociedade no exercício da jurisdição. Por isso, afirma a Carta, “a resposta democrática ao crescimento do poder das facções não pode ser a redução do poder do cidadão”. Com mais de vinte anos de atuação em plenário e experiência em inúmeros casos envolvendo facções, o Promotor também contesta a ideia de que a possibilidade de intimidação justificaria afastar os jurados. O caminho, sustenta, é fortalecer sua proteção: “O medo exige proteção, não supressão de competência.”A Carta ainda chama atenção para as dificuldades probatórias típicas dos crimes praticados por organizações criminosas, especialmente diante de testemunhas que recuam após ameaças e pressões. E sintetiza a preocupação em uma frase: “A soberania dos veredictos não pode ser substituída pela soberania das facções ultraviolentas.”Ao final, o documento dirige um apelo ao Supremo: “A Constituição colocou o povo naquela arena. Que o Supremo Tribunal Federal o mantenha lá, em respeito à Carta Magna.”
Clique aqui e leia a íntegra da carta.Imagem gerada por IA

Leia Também:  Ação da Corregedoria e Grupo de Fiscalização do Sistema Carcerário é elogiada em nível nacional

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA