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MATO GROSSO

Obras do BRT avançam com cinco frentes de trabalho em andamento

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MATO GROSSO

As obras de implantação do Sistema BRT em Cuiabá e Várzea Grande seguem em andamento com cinco frentes de trabalho. Para a próxima semana, não está prevista a interdição de nenhuma rua ou avenida.

Na região do Porto, o consórcio responsável pelas obras trabalha na conclusão da drenagem da Travessa José Aníbal Bouret. Próximo ao Shopping Popular, também são executados meio-fios e a limpeza de dispositivos de drenagem. Entre a Avenida Carmindo de Campos e o Supermercado Comper, uma das pistas receberá a camada de asfalto com polímeros, para aumentar a resistência na faixa utilizada pelos ônibus.

Já no trecho entre a Avenida Dom Bosco e a XV de Novembro, o trabalho continua na concretagem da base da pista do BRT. Também serão executadas correções em erosões identificadas.

Os trabalhos também continuam próximos ao Morro da Luz, com o remanejamento da rede elétrica local. Está sendo construída uma rede paralela. Também está sendo feito um muro de arrimo no local.

As obras ainda continuam próximas ao Shopping Pantanal, com a implantação do Parque Linear. Para a próxima semana, está previsto o plantio de grama e árvores, instalação de piso tátil, iluminação e gradil, além de acabamentos.

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Em Várzea Grande, no trecho entre o aeroporto e o novo terminal, será feita a limpeza do terreno e serviços de topografia.

Complexo Leblon

As obras de implantação do Complexo Leblon também continuam com duas frentes de serviço em andamento. A primeira é na entrada da Rua Boa Vista, onde continuam os trabalhos de perfuração e instalação dos tirantes da trincheira e execução das paredes da estrutura.

Já no trecho próximo à Todimo Lar Center, as equipes trabalham na escavação e na estrutura de contenção, além de serviços de drenagem na Rua Estrela do Norte.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

Tribunal do Júri condena dupla por execução ligada a facção criminosa

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Os jurados acolheram a tese apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e reconheceram que o homicídio foi praticado por motivo torpe, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e com emprego de arma de fogo de uso restrito.A acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça Luiz Fernando Rossi Pipino, que demonstrou a participação dos condenados na execução do homicídio, praticado no contexto de atuação de organização criminosa.De acordo com as investigações, na madrugada de 9 de janeiro de 2024, a vítima foi levada até uma construção no bairro Jardim Paraíso, onde foi recebida pelos dois acusados. No local, Antônio Lázaro Simão Cruz e Antônio José da Silva Santos renderam, dominaram e amarraram Josuel, executando na sequência, com diversos disparos de arma de fogo. A investigação apontou que o homicídio foi cometido como forma de punição imposta pela organização criminosa, sob a alegação de que a vítima teria traído a confiança da facção.Durante o julgamento, o Ministério Público apresentou provas testemunhais, periciais e digitais que demonstraram a participação dos acusados na execução e sua vinculação à organização criminosa. Ao final, o Conselho de Sentença acolheu a tese acusatória, reconhecendo as três qualificadoras imputadas ao homicídio e a participação dos réus na organização criminosa.Para o promotor de Justiça, a decisão reafirma o papel do Tribunal do Júri e do sistema de Justiça no enfrentamento ao poder paralelo exercido pelas organizações criminosas.“A pena de 30 anos e oito meses para cada um dos réus é uma resposta à extrema gravidade de uma execução praticada sob a lógica do crime organizado. Facção não é Estado, tribunal do crime não é Justiça e execução não é sentença. Onde o crime organizado tenta impor seu poder pela violência e pelo medo, o sistema de Justiça precisa responder com a força da lei”, destacou o promotor de Justiça Luiz Fernando Rossi Pipino.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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