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Nova sede marca virada no Ipem com mais recursos e fiscalização digital em MT

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O Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (Ipem-MT) entra em uma nova fase de atuação, com mais recursos, metas ampliadas e adoção de tecnologia, movimento que ganha força com a entrega da nova sede do órgão em Cuiabá, na manhã desta quarta-feira (25.3).

A mudança de patamar é puxada principalmente pelo aumento no orçamento. Em poucos anos, o repasse anual do Inmetro ao instituto saltou de cerca de R$ 9 milhões em 2023 para R$ 16 milhões em 2026, o que deve ampliar a capacidade de fiscalização em todo o Estado.

A presidente do Ipem-MT, Tatiana Soares, destacou que a nova estrutura representa mais do que um prédio, mas uma consolidação institucional do órgão.

“Esse momento é resultado de um sonho antigo de todos os servidores. Ter uma sede própria é como ter a nossa casa, é o reconhecimento de uma história construída por muitas mãos. Agora, a gente amplia a capacidade de atuação, mas também assume o compromisso de entregar mais resultado para a sociedade”, disse.

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Durante o evento, o secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, reforçou que a entrega da sede acompanha um processo mais amplo de fortalecimento do órgão e da política de fiscalização no Estado. Ele ainda destacou que a nova estrutura só foi possível com a integração entre diferentes esferas

“Hoje vocês estão em um espaço à altura do trabalho que realizam. O Ipem é um órgão técnico, essencial para garantir confiança no mercado e segurança para quem produz e para quem consome. Quando a gente une governo, instituições e pessoas comprometidas, as coisas acontecem. Esse resultado é fruto dessa construção conjunta”, afirmou.

A nova fase do Ipem-MT já se reflete em metas mais ambiciosas. Um dos focos é a fiscalização de balanças no Estado, especialmente no agronegócio, que deve saltar de cerca de 2 mil para mais de 5 mil verificações, alcançando aproximadamente 83% dos equipamentos.

Outra mudança é a adoção da chamada fiscalização digital. Mato Grosso passa a integrar um grupo de estados que utilizam monitoramento remoto de tacógrafos, reduzindo abordagens em rodovias e aumentando a eficiência do controle.

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O presidente do Inmetro, Márcio André Brito, reforçou que o avanço do Ipem no Estado está diretamente ligado à combinação entre investimento e gestão.

“O recurso precisa chegar na ponta, mas precisa vir acompanhado de planejamento e execução. Mato Grosso tem demonstrado essa capacidade de crescer com responsabilidade”, afirmou.

A nova sede foi construída com investimento de aproximadamente R$ 6 milhões, entre recursos do Governo de Mato Grosso e do Inmetro, e passa a concentrar as atividades administrativas e operacionais do órgão, oferecendo melhores condições de trabalho e suporte técnico.

Para a direção do instituto, a expectativa é que a estrutura, aliada ao aumento de recursos e à modernização dos processos, permita ampliar a presença do Ipem no interior e reforçar o combate a irregularidades no mercado.

“A gente não está falando só de fiscalização. Estamos falando de confiança, de garantir qualidade para o consumidor e segurança para quem trabalha corretamente”, completou Tatiana.

Fonte: Governo MT – MT

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Programa do Governo de MT vai fomentar a industrialização do algodão em pluma produzido no Estado

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Mato Grosso se consolidou ao longo dos últimos anos como um gigante global na produção de algodão em pluma, sendo responsável por mais de 70% da produção brasileira. Agora, o Governo do Estado deu mais um passo para ampliar a participação do setor na economia estadual ao lançar, nesta quarta-feira (27.5), o Programa de Verticalização da Indústria Têxtil, iniciativa voltada ao fortalecimento da industrialização do algodão dentro do próprio estado.

O lançamento ocorreu no Palácio Paiaguás, no auditório Garcia Neto, e contou com a presença do governador Otaviano Pivetta, do secretário de Fazenda (Sefaz), Fábio Pimenta, da secretária de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Mayran Beckman e do secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Durante o evento, foi assinado o decreto que institui o programa.

“Estamos criando condições para quem queira produzir. Nós queremos que a indústria tenha Mato Grosso como um porto seguro para investimentos e que nosso povo tenha renda e empregos de qualidade”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.

O programa consiste em transformar, dentro do próprio estado, o algodão em pluma produzido no campo em produtos industrializados, como fios, tecidos, malhas e confecções, agregando valor à economia local. Na prática, os produtores poderão transferir para as indústrias créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) acumulados ao longo da cadeia produtiva. Já as indústrias poderão utilizar esses valores para reduzir parte do imposto devido nas operações, diminuindo custos de produção e aumentando a competitividade do setor.

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Segundo o secretário de Fazenda, Fábio Pimenta, a iniciativa busca consolidar Mato Grosso não apenas como referência na produção agrícola, mas também na indústria têxtil. Atualmente, embora lidere a produção nacional de algodão, Mato Grosso ainda possui baixa capacidade de industrialização da matéria-prima.

“Estamos criando uma conexão direta entre o produtor e a indústria, garantindo mais competitividade para o setor têxtil de Mato Grosso. Com isso, conseguimos fortalecer a industrialização do algodão dentro do Estado, ampliar investimentos e gerar empregos”, destacou o secretário.

Para os produtores rurais, o programa cria novas possibilidades de mercado e maior integração com a indústria local. Já para o setor industrial, a expectativa é ampliar a competitividade e criar um ambiente mais favorável à expansão das empresas já instaladas e à atração de novos investimentos. Além disso, o programa também deve impulsionar a geração de empregos, aumentar a circulação de renda nos municípios e estimular o desenvolvimento econômico regional.

Para a secretária de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o programa representa um passo importante para ampliar a industrialização da produção mato-grossense e fortalecer a geração de empregos no estado.

“Temos urgência em transformar o algodão em produto dentro do nosso estado e oportunizar a geração de emprego e renda. O que estamos fazendo hoje é extremamente representativo para o setor têxtil e para Mato Grosso. É um passo que está sendo dado e certamente, em breve, nós estaremos aqui falando sobre todos os ganhos que estão acontecendo dentro dos programas governamentais para industrializar nossa produção”, afirmou.

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O programa de verticalização se soma a outros incentivos e políticas já implementados pelo Governo de Mato Grosso voltados à competitividade da indústria. Entre eles estão a isenção do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) sobre o algodão destinado à indústria de fiação mato-grossense e os incentivos concedidos pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic).

Atualmente, não há incidência do Fethab sobre a saída da pluma destinada exclusivamente à indústria de fiação instalada no estado. A medida reduz o custo de aquisição da matéria-prima e fortalece a competitividade da produção local.

Em relação ao Prodeic, o Governo do Estado aplica redução do ICMS para a indústria têxtil, permitindo que a carga tributária efetiva seja reduzida para 1,2% nas operações interestaduais e de 2,55% a 3,4% nas operações internas.

Acompanharam o lançamento do programa o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Dimorvan Brescancim, o secretário adjunto da Receita Pública, Lucas Elmo, o secretário adjunto de Indústria, Comércio e Empreendedorismo, Anderson Lombardi, o ex-senador Cidinho Santos, o prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, além de representantes de associações, federações, sindicatos, cooperativas e indústrias do setor têxtil e da cadeia produtiva do algodão em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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