MATO GROSSO
Mais de 320 mil estudantes iniciam avaliação sobre habilidades socioemocionais em MT
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) iniciou, nesta sexta-feira (10), a aplicação da Autoavaliação Socioemocional nas escolas da Rede Estadual de Ensino. A ação faz parte do Projeto Diálogos Socioemocionais e segue até o dia 8 de maio, alcançando mais de 320 mil estudantes do Ensino Fundamental (anos finais) e do Ensino Médio.
A iniciativa tem como principal objetivo incentivar os alunos a refletirem sobre o próprio desenvolvimento socioemocional, promovendo o autoconhecimento e fortalecendo habilidades essenciais para a vida pessoal, acadêmica e profissional.
A avaliação não possui caráter classificatório, mas sim formativo, contribuindo para o aprimoramento das práticas pedagógicas.
O instrumento utilizado é baseado em rubricas que apresentam quatro níveis progressivos de desenvolvimento para cada competência socioemocional. A partir de comportamentos observáveis, os estudantes analisam suas atitudes e escolhem o nível que melhor representa sua realidade, em um processo de reflexão individual.
Além de estimular a autonomia dos estudantes, a autoavaliação também permite que professores e gestores tenham acesso a dados consolidados sobre o desenvolvimento socioemocional nas escolas. Esses dados serão transformados em relatórios que vão subsidiar o planejamento de ações educacionais mais alinhadas às necessidades dos alunos.
De acordo com a secretária de Estado de Educação, Flávia Emanuelle de Souza Soares, a iniciativa reforça o compromisso da Rede Estadual com uma educação integral.
“Estamos trabalhando para garantir que nossos estudantes desenvolvam não apenas competências acadêmicas, mas também habilidades socioemocionais fundamentais para enfrentar os desafios do século XXI”, destacou.
A aplicação ocorre de forma totalmente online, por meio da Plataforma Farol, podendo ser acessada por computador ou smartphone. Cada estudante recebe um código individual fornecido pelo professor, que também é responsável por orientar e acompanhar todo o processo dentro da sala de aula.
Antes da aplicação oficial, as escolas realizam um momento de sensibilização, com o objetivo de familiarizar os estudantes com a linguagem e a estrutura da avaliação. Essa etapa é considerada essencial para garantir a compreensão e o engajamento dos participantes.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Comissão de Combate ao Trabalho Escravo promove seminário em Porto Alegre do Norte
A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MT) realizam, entre 16 e 19 de abril, o Seminário Regional Araguaia – Trabalho Escravo, Direitos Humanos e Participação Popular, em Porto Alegre do Norte (a 1.125 km de Cuiabá).
A presidente do Coetrae, Márcia Ourives, destacou que o município foi escolhido para receber o seminário após o resgate de 563 trabalhadores em situação análoga à escravidão em uma obra de usina de etanol no ano passado.
“O diálogo e a participação social são pilares fundamentais para a construção de uma política pública exitosa. O enfrentamento ao trabalho escravo não é diferente. Estamos aqui para dialogar e capacitar agentes e lideranças de direitos humanos, além de gestores públicos e autoridades competentes, que são atores importantes para o combate ao trabalho escravo em Mato Grosso”, reforçou.
A programação começou na tarde desta quinta-feira (16.4), com a visita técnica a uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis, voltada para a prevenção do trabalho escravo.
No período noturno, foi realizada uma palestra educativa e apresentações sobre o tema aos alunos do modelo de Ensino de Jovens e Adultos (EJA), da Escola Estadual Alexandre Quirino de Souza. Além de conhecer a realidade do trabalho escravo, os alunos também aprendem como denunciar e a quem recorrer para garantir seus direitos.
Para o estudante Matheus de Carvalho, 19 anos, que participou das apresentações, a visita do Coetrae à escola foi fundamental para mudar a percepção dos estudantes sobre o que é trabalho análogo à escravidão nos dias atuais.
“A vinda do Coetrae nos trouxe uma nova visão sobre o trabalho escravo, muito importante para os jovens da nossa idade que estão terminando os estudos e entrando no mercado de trabalho, para não nos tornarmos vítimas desse tipo de crime”, destacou.
A estudante Ruth Maria, 19 anos, pontuou que, além de ajudar os estudantes que estão começando a trabalhar, também ajuda a alertar a própria família, que não teve acesso à informação.
“Além de ser importante para nós que estamos começando a trabalhar, essa informação é muito importante para nossa família, pois muitos não têm essa informação e não conhecem o que é estar refém do trabalho escravo, porque, sem ajuda, não conseguem sair”, reforçou.
As atividades continuam nesta sexta, sábado e domingo, com visitas técnicas, encontros com autoridades, palestras e mesas-redondas acerca do tema no município.
Fonte: Governo MT – MT
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