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Magistrados de Mato Grosso vão atuar no Supremo Tribunal Federal e no Conselho Nacional de Justiça

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MATO GROSSO

A juíza Amini Haddad Campos, titular da Vara Especializada de Execução Fiscal da Comarca de Cuiabá, vai compor a equipe da nova presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Maria Weber Candiota da Rosa.
 
A magistrada, que é doutora em Direito Civil, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), e professora do Curso de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), vai atuar na mais alta Corte de Justiça do país, em Brasília (DF), como juíza-auxiliar da Presidência. A posse de Rosa Weber no comando do STF está prevista para 12 de setembro. A ministra também presidirá no mesmo biênio – 2022/2024 o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
 
O Judiciário estadual também será representado em Brasília pelo magistrado João Thiago de França Guerra, titular da Vara Especializada da Fazenda Pública do Fórum da Capital, atualmente responde como juiz-auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Na Capital do país, João Thiago será juiz-auxiliar da Presidência do CNJ.
 
O magistrado, a exemplo da juíza Amini Haddad, vai ajudar a desenvolver políticas nacionais para o aprimoramento do Poder Judiciário do país.
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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MP MT

MP aponta riscos e pede interdição da Rodoviária do Coxipó

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) ingressou com ação civil pública para suspender as atividades da Rodoviária do Coxipó, em Cuiabá. Segundo a ação, o local apresenta problemas estruturais que comprometem a segurança e acessibilidade dos usuários.A ação foi proposta pela 6ª Promotoria de Justiça Cível da Capital que realizou reuniões com órgãos públicos, requisitou informações, promoveu inspeções técnicas e expediu recomendações para a correção das irregularidades identificadas, mas até o momento não foi realizada. Relatórios técnicos elaborados pela equipe do Ministério Público apontaram uma série de problemas na estrutura. Entre eles estão infiltrações, falhas nas instalações elétricas e hidráulicas, deficiência nos sistemas de prevenção e combate a incêndios, falta de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e desgaste em pisos e calçadas.Embora algumas melhorias tenham sido realizadas ao longo da investigação, como a instalação de novos assentos, bebedouro e equipamentos de combate a incêndio, os técnicos concluíram que as medidas adotadas foram insuficientes.Para a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a situação exige uma solução definitiva por parte dos órgãos responsáveis. “O que se busca com a ação é assegurar que os usuários do transporte intermunicipal tenham acesso a um serviço prestado dentro da legalidade e em condições adequadas de segurança, acessibilidade e conforto. Após anos de tratativas e tentativas de solução administrativa, persistem irregularidades que não podem ser ignoradas”, destacou.Na ação, o Ministério Público também aponta a falta de uma definição administrativa sobre a situação do local, apesar das discussões realizadas entre a Ager-MT, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) e a concessionária responsável pela Rodoviária de Cuiabá. O pedido apresentado à Justiça inclui a suspensão imediata das atividades de embarque, desembarque e venda de passagens na Rodoviária do Coxipó até que a situação seja regularizada. O Ministério Público também requer que os órgãos responsáveis adotem medidas para garantir o cumprimento das normas que regem o transporte rodoviário intermunicipal em Mato Grosso. Para o Ministério Público, a eventual suspensão das atividades não deixará a população sem atendimento. Conforme informações da Sinfra-MT, Cuiabá conta com o Terminal Rodoviário Engenheiro Cássio Veiga de Sá, estrutura oficial do sistema de transporte intermunicipal, apta a absorver a demanda de passageiros.Foto: Reprodução

Fonte: Ministério Público MT – MT

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