MATO GROSSO
Magistradas participam de caminhada e roda de conversa sobre prevenção e tratamento do câncer
MATO GROSSO
A desembargadora Clarice Claudino da Silva, eleita presidente para a próxima gestão do Poder Judiciário de Mato Grosso no biênio 2023/2024, e a juíza Jaqueline Cherulli, da 3ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Várzea Grande, participaram da Caminhada e Roda de Conversa promovida pelo Grupo Life ‘Curadas para Curar’ e parceiros no sábado (29 de outubro), no Parque das Águas, em Cuiabá.
O mesmo ponto de vista de que a participação em ações sociais chega a ser uma obrigação dos magistrados e das magistradas também é partilhado pela juíza Jaqueline Cherulli. “Eu vejo quase como uma obrigação. Quando nós temos maior abertura e mais facilidade para estar e temos algo que possa contribuir com uma ação social, com determinado grupo, com algum trabalho, é quase uma obrigação nossa tornar isso disponível ao outro”, ressalta.
O evento teve a participação de diversos patrocinadores e apoiadores, entre eles o Instituto Mario Cardi, presidido pelo advogado Ussiel Tavares, o laboratório Imedi, Oncocenter, Oncolog, Unimed, IMN, Eukero Decorações, Eskimó Sorvetes, dentre outros.Fonte: Tribunal de Justiça de MT
MP MT
Penas de condenados por homicídio e organização criminosa somam 67 anos
O Tribunal do Júri da Comarca de Sinop (a 500 km de Cuiabá) condenou, na quarta-feira (26 de agosto), Leonardo dos Santos Pires e Hailton Viana de Paula pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e organização criminosa. As penas aplicadas aos dois réus somam mais de 67 anos de reclusão. O Conselho de Sentença acolheu a tese sustentada em plenário pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), representado pelo promotor de Justiça Herbert Dias Ferreira. As condenações foram fixadas em regime inicial fechado, com determinação de execução imediata das penas.
Apontado como uma das lideranças do Comando Vermelho em Mato Grosso, Leonardo dos Santos Pires foi condenado a 33 anos, nove meses e 11 dias de reclusão, além de 10 dias-multa. Os jurados reconheceram que, além de participar do homicídio qualificado, ele exercia função de comando na organização criminosa. O condenado já acumula mais de 262 anos de penas impostas pela Justiça por outros crimes, incluindo homicídios praticados em Sinop.
Já Hailton Viana de Paula foi condenado a 33 anos, nove meses e 12 dias de reclusão, além de 10 dias-multa. Na sentença, a juíza presidente do Tribunal do Júri, Giselda Regina Sobreira de Oliveira Andrade, destacou a gravidade dos fatos e considerou, na dosimetria da pena, a idade da vítima, que era menor de 18 anos.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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