UMA QUESTÃO SOCIAL E ECONÔMICA
JAYME DEFENDE APROVAÇÃO DE PROPOSTA QUE GARANTE ESTABILIDADE NO PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS
CRIAÇÃO DO FEPEPRO GARANTIRIA ESTABILIDADE NOS PREÇOS E PREVISIBILIDADE EM EVENTUAIS REAJUSTES. EM 2021, GÁS DE COZINHA SUBIU 96%, GASOLINA 73% E DIESEL 65,3% E CONTINUAM SENDO PRESSIONADOS PARA SUBIR MAIS ANTES DO FINAL DO ANO.
MATO GROSSO
“Ou adotamos medidas como essa ou seremos sempre reféns da política de preço dos combustíveis que assola não apenas o Brasil, mas todos os países do mundo em escalas diferenciadas”, disse o senador mato-grossense, Jayme Campos, apontando para estudos que informam o aumento da gasolina acumula alta de 73% neste ano, o diesel 65,3% e o gás de cozinha impressionantes 96%, com tendência de novos reajustes sob pena de se ter uma crise de desabastecimento nacional.
Jayme Campos (DEM-MT) voltou a pedir atenção do Senado Federal para a deliberação do Projeto de Lei 1582/2021, de sua autoria, que busca garantir a estabilidade de preços dos combustíveis no país. A proposta foi apresentada em abril e propõe a instituição do Fundo de Estabilização de Preços do Petróleo (Fepetro). O PL aguarda designação de relator para tramitar na Casa.
“Além de não criar custos fiscais para os cofres públicos, o Fepetro busca atender ao anseio dos agentes econômicos e das famílias brasileiras por mais previsibilidade nos valores dos produtos derivados do petróleo, retirando-se, também, eventuais pressões sobre a Petrobras na determinação de seus preços”, afirmou.
Desde o final de 2016, com a adoção de uma nova política de preços pela Petrobrás, os valores dos combustíveis no mercado interno passaram a variar com mais frequência. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a flutuação dos preços dos combustíveis de veículos chegou a 45% nos últimos 12 meses.
“A gasolina e o diesel têm seus valores reajustados em função do câmbio e dos preços do petróleo no mercado internacional, então essas oscilações exercem um enorme impacto nos trabalhadores, nas empresas e nas famílias brasileiras”, destacou.
Ele lembrou ainda que tanto o Governo Federal como dos dos Estados sinalizaram pela redução na carga tributária, nos impostos dos combustíveis, mas isto tem se demonstrado inócuo por causa da velocidade dos aumentos que acontecem todas as semanas e interferem diretamente na vida de todas as pessoas, pois sobe o valor dos combustíveis, sobe a energia elétrica, sobe os alimentos, sobe tudo e as pessoas ficam refém deste tipo de oscilações econômicas, pois isso o Fepepro, coloca um freio de arrumação neste quadro e tenta pelo menos dar uma previsibilidade nos reajustes que se dão muito mais por causa da volatilidade do dólar do que propriamente por aumento direto por parte da Petrobras disse o senador.
MATO GROSSO
Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.
Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.
As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.
Focos de calor
Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.
Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.
É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.
Fiscalização – Operação Infravermelho
O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.
Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.
Incêndios extintos
Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.
Proibição do uso do fogo
O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.
O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).
Fonte: Governo MT – MT
-
POLITÍCA NACIONAL6 dias atrásConheça os 24 deputados distritais eleitos no DF para 2027-2030
-
POLITÍCA NACIONAL6 dias atrásTSE destaca normalidade no 1º turno e redução das denúncias de desinformação
-
EDUCAÇÃO5 dias atrásO JOVEM DA GERAÇÃO ATUAL E A ATENÇÃO DELE AO MUNDO AO SEU REDOR
-
PICANTES6 dias atrásSimone Mendes lança seis músicas inéditas em novo projeto: ‘O MELHOR DE MIM! ‘
-
Cáceres5 dias atrásCáceres, 248 anos de história, cultura e orgulho!
-
POLITÍCA NACIONAL6 dias atrásAlagoas elege Arthur Lira e Marina JHC para o Senado
-
POLITÍCA NACIONAL6 dias atrásFufuca e Lahesio Bonfim são os novos senadores pelo Maranhão
-
POLÍCIA FEDERAL4 dias atrásPF deflagra operação contra ataques de ransomware




