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Integrantes do MPMT participam de Semana de Inovação em Brasília 

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Com o objetivo de conhecer e trocar de experiências sobre iniciativas de uso de tecnologias, metodologias e processos para melhorar o serviço público brasileiro, integrantes do Laboratório de Inovação do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) participaram da Semana de Inovação, em Brasília (DF). O evento, que teve início na segunda e terminou na quarta-feira (10), foi promovido pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Tribunal de Contas da União (TCU), Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso) e Ministério da Economia.

Este ano o evento chegou à oitava edição, com o tema “É tempo de criar”, realizado em formato híbrido, com atividades presenciais em Brasília, Recife e Rio de Janeiro. A iniciativa favoreceu e disseminou a cultura da inovação entre os agentes públicos e apresenta tendências e possibilidades para a transformação das organizações. A programação incluiu palestras sobre “Governo Digital e Mundo Real: Relacionamento com o Cidadão”, “Transparência e Inovação na Gestão – Exemplos e boas práticas”, “Barreiras à inovação: a mente e a construção do novo”, entre outros temas. 

Além disso, a Semana de Inovação 2022 contou com atividades práticas, mesas redondas e apresentações de cases de sucesso. “A participação no evento gerou direcionamentos e insights para os próximos passos da estruturação do Laboratório de Inovação do MPMT. Foi muito importante entender como as instituições estão utilizando esta ferramenta para realizar mudanças em todos os âmbitos da gestão pública, convergindo em entregas de maior valor ao cidadão”, avaliou o chefe do Departamento de Tecnologia da Informação (DTI), Fernando Augusto Oliveira Vasconcelos. 

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A equipe do MPMT ainda participou de uma visita técnica para conhecer as soluções de inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). 

Normatização – A Política de Inovação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, o Laboratório de Inovação e o Comitê Gestor de Inovação (CGI) foram instituídos em março deste ano, por meio do Ato Administrativo nº 1.099/2022-PGJ. Conforme a normativa, o Laboratório de Inovação é um espaço destinado ao debate, criação, prototipação e planejamento de ações que envolvam a inovação no âmbito do MPMT. 

A a Política de Inovação estabelece diretrizes voltadas à melhoria de processos, estímulo ao desenvolvimento, à adoção de novas tecnologias, ao aprimoramento de práticas existentes e à difusão da cultura e das ferramentas de inovação. O procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges Pereira, considerou necessidade de fomentar a cultura da inovação no âmbito da instituição; a importância de desenvolver e difundir a cultura de experimentação; e a necessidade de um processo estruturado de teste de uso e avaliação de diferentes ferramentas, técnicas e processos. 

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Composição – O Comitê Gestor de Inovação é composto pelos promotores de Justiça Arivaldo Guimarães da Costa Junior, Claire Vogel Dutra, Claudio Angelo Correa Gonzaga e Daniel Carvalho Mariano, além do chefe do Departamento de Tecnologia da Informação (DTI), Fernando Augusto Oliveira Vasconcelos. 

Sob a coordenação do promotor de Justiça Daniel Carvalho Mariano, o Laboratório de Inovação é formado pela chefe do Departamento de Gestão de Pessoas (DGP), Mariane Mesquita Souza Hartung, pela chefe do Departamento de Planejamento e Gestão (Deplan), Annelyse Cristine Candido Santos, pelo Gerente de Desenvolvimento de Sistemas e Aplicativos do DTI, Daniel Ribeiro Soares, pelos assessores especiais Carlos Alberto Arça Gaspar e Emerson dos Santos Weber, e pela analista jurídico Flavia Renata Beppu. 

Fonte: MP MT

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FIT Pantanal 2026 amplia oportunidades de negócios para artesãos e agricultores familiares de Mato Grosso

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A FIT Pantanal 2026 ampliou oportunidades de negócios para artesãos e produtores da agricultura familiar de Mato Grosso. Entre os dias 3 e 7 de junho, em Cuiabá, a feira reuniu expositores de diferentes regiões do Estado e evidenciou como o setor movimenta a economia, fortalece pequenos empreendimentos e gera renda para milhares de famílias.

A participação dos artesãos contou com a curadoria e organização da coordenadoria de artesanato da adjunta de Turismo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). Já o espaço dedicado à agricultura familiar foi coordenado pela Secretaria de Agricultura Familiar (Seaf-MT) e pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), responsáveis pela mobilização de expositores da Feira da Agricultura Familiar e Turismo Rural (Featur), ampliando a presença de produtores de diferentes regiões do Estado no evento.

Para a artesã Liliane Coury, de Chapada dos Guimarães, cultura, turismo e identidade caminham juntos. Natural de Manaus e moradora de Chapada por escolha, ela produz joias em vidro pigmentado artesanalmente inspiradas na fauna e na flora de Mato Grosso e da Amazônia.

“Eu acredito que cultura, turismo e identidade estão diretamente ligados. Tudo aquilo que nos torna diferentes de outros povos é justamente o que temos de melhor para mostrar. O turismo apresenta aquilo que já faz parte da nossa história. No caso do artesanato, ele conta uma história, revela a nossa identidade e o nosso contexto social. É isso que nos diferencia enquanto Estado e que nos torna únicos para quem nos visita”, afirma.

A fala da artesã resume uma das propostas da FIT Pantanal: valorizar aquilo que é produzido localmente e conectar visitantes às histórias, saberes e tradições do Estado. Para muitos expositores, essa aproximação também se traduziu em bons resultados de vendas.

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Foi o caso da artesã Adeleine Dias, de Poconé. Com peças inspiradas no Pantanal e produzidas por meio da técnica de bordado em pontilhismo, ela afirma que as vendas superaram todas as expectativas durante os cinco dias de feira.

“Foi um sucesso. A expectativa foi superada. Eu realmente não esperava um resultado tão positivo. Foi extraordinário. Volto para casa muito feliz depois dessa experiência. Meus artesanatos têm uma ligação muito forte com o Pantanal. Trabalho com bordados, principalmente o pontilhismo, uma técnica que poucas pessoas conhecem. Muitos turistas passaram pelo estande, admiraram o trabalho e compraram as peças. Vieram pessoas de várias cidades e, no fim, fiquei praticamente sem mercadoria”, relata.

Além do artesanato, a agricultura familiar também encontrou na FIT Pantanal uma vitrine para ampliar mercados, divulgar produtos e fortalecer a renda das famílias produtoras. Produtora de queijos em São José do Rio Claro, Leila Rogovski destacou a diferença entre comercializar seus produtos em uma cidade do interior e participar de um evento que recebeu milhares de visitantes ao longo de cinco dias.

“A experiência aqui é muito diferente da minha cidade, porque lá é uma cidade pequena. O que a gente vende aqui nos cinco dias de feira, lá a gente demora um mês para vender. A diferença é enorme. Tem muito movimento, muita gente dando opinião sobre os produtos, falando o quanto é diferente e gostoso. Isso é muito importante para a gente”, conta.

Representando a Associação Mulheres Produtivas do Assentamento Jonas Pinheiro, de Sorriso, Margarida Fortunato levou para a feira produtos elaborados pelas mulheres da comunidade, como doces, amendoins, bolachas e outros alimentos produzidos na cozinha comunitária do assentamento.

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Segundo ela, participar de eventos como a FIT Pantanal é uma oportunidade de apresentar a qualidade da produção local a novos públicos e ampliar a visibilidade do trabalho realizado pelas famílias do assentamento.

“Quando trazemos nossos produtos para uma feira como esta, as pessoas conhecem o que produzimos. Nós temos os rótulos dos produtos, então quem compra já sabe onde nos encontrar depois. Isso é muito importante porque ajuda a divulgar o nosso trabalho. Quando o turista visita Sorriso e conhece os nossos produtos, ele leva um pouco da nossa história e daquilo que produzimos no assentamento. Isso fortalece a associação e cria oportunidades para que mais pessoas conheçam o nosso trabalho”, destaca.

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, os resultados alcançados durante a FIT Pantanal 2026 demonstram a capacidade do evento de promover os destinos, a cultura e a produção mato-grossense, além de impulsionar diferentes setores da economia. Segundo ela, a feira consolidou mais uma vez seu papel como principal vitrine do turismo estadual.

“A FIT Pantanal reúne tudo o que Mato Grosso tem de melhor. Temos gastronomia, agricultura familiar, cultura e inúmeros atrativos turísticos sendo apresentados ao público. É uma oportunidade para que as pessoas conheçam essas potencialidades, escolham destinos e realizem o turismo de forma responsável, contribuindo para o desenvolvimento econômico do nosso Estado. Recebemos aproximadamente 100 mil pessoas, que era o público esperado, e conseguimos entregar um evento que promoveu Mato Grosso para moradores, visitantes de outras regiões do país e também para turistas internacionais”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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